Antidramaturgia Queer: um diálogo com Marcelo Caetano sobre Corpo Elétrico (2017)

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DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-3254.146961

Resumo

Este artigo visa compreender possibilidades de o cinema queer romper com normas sociais e se afastar de modelos clássicos referentes não somente à narrativa, mas também ao fazer cinematográfico. O texto encontra base no conceito de “antidramaturgia queer”, construído a partir da sistematização de depoimentos do diretor Marcelo Caetano, proporcionados ao longo de uma entrevista sobre o seu longa-metragem de estreia: Corpo Elétrico (2017). É utilizada como metodologia Teoria de Cineastas, através da qual são abordadas as tensões que o filme provoca em regulações e preconceitos voltados a sexualidades e identidades de gênero dissidentes. Também é retratada, por meio de depoimentos do diretor, a entrega do processo criativo do filme ao imprevisto e ao acaso, possibilitando assim um maior espaço para as contribuições do elenco nas criações cênicas e narrativas.

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Biografia do Autor

João Paulo Wandscheer, Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, Porto Alegre/RS, Brasil

Doutorando em Comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Participa do ARTIS -  Grupo de Pesquisa em Estética e Processos Audiovisuais. É mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e, atualmente, desenvolve uma pesquisa sobre cinema queer brasileiro e natureza. É também diretor, roteirista e ator.

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Publicado

2025-08-30

Como Citar

Wandscheer, J. P. (2025). Antidramaturgia Queer: um diálogo com Marcelo Caetano sobre Corpo Elétrico (2017). Cena, 43(3). https://doi.org/10.22456/2236-3254.146961

Edição

Seção

Artigos