As Noites de Parangolé e seus processos de gestão coletiva
DOI:
https://doi.org/10.22456/2236-3254.135134Resumo
A partir do espetáculo-cabaré Noites de Parangolé, realizado pelo Teatro de Anônimo, de 2008 e até 2021, esse texto propõe-se a fazer uma reflexão sobre pesquisa artística, modo de produção e gestão ao longo desses 13 anos. Do projeto executado através de edital de patrocínio cultural, até sua realização online durante a pandemia da COVID-19, suas transformações na gestão foram se dando ao longo dessa história, pouco a pouco, no contínuo exercício do que venho me arriscando a denominar de Gestão de Terreiro, uma maneira coletivizante e descolonizante de exercer a gestão de projetos culturais.
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