A MONTANHA PARIU UM ELEFANTE: A TEXTUALIDADE COMO RESULTADO DE MÚLTIPLOS REFERENCIAMENTOS EM UM ARTIGO JORNALÍSTICO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.83732

Palavras-chave:

Textualidade, Anáfora, Tipologia Textual, Mobilização de sentido

Resumo

Acerca da divulgação de áudios por Joesley Batista, em 2017, a jornalista Kelly Matos escreveu o artigo “A montanha pariu um elefante”. Discutiu-se, com as contribuições de Beaugrande y Dressler (1997), Koch (2004), Marcuschi (2012), e Adam (1987), de que maneira Matos construiu um artigo jornalístico de cunho político que considerasse uma tipologia textual narrativa, mobilizando sentidos na escolha do léxico e na retomada dos referentes através de anáforas e nominalizações. O texto em análise obedece aos critérios de textualidade, sendo caracterizado, portanto, como um acontecimento comunicativo. Conclui-se também que o artigo de Matos é um texto complexo, no que diz respeito à sua tipologia textual e à exigência de inferências e intertextualidades necessárias para a construção de sentido.

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Biografia do Autor

Cristiane de Oliveira Eugenio, UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO

Mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade de Passo Fundo

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Publicado

2018-11-22

Como Citar

DE OLIVEIRA EUGENIO, Cristiane. A MONTANHA PARIU UM ELEFANTE: A TEXTUALIDADE COMO RESULTADO DE MÚLTIPLOS REFERENCIAMENTOS EM UM ARTIGO JORNALÍSTICO. Cadernos do IL, [S. l.], n. 56, p. 86–101, 2018. DOI: 10.22456/2236-6385.83732. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/83732. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos linguísticos