Transcending self and society. The paradox of selfhood in Hawthorne’s novels

Autores

  • Felipe Vale da Silva Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.67288

Palavras-chave:

Nathaniel Hawthorne, subjetividade, sujeito liberal, romance, romantismo

Resumo

Este artigo retoma a discussão acadêmica sobre a noção de autonomia em The Scarlet Letter, de Nathaniel Hawthorne. Hester Prynne, sua célebre protagonista, desperta a atenção de leitores modernos como um modelo de autossuficiência e inconformismo heroico, ainda que o autor lhe negue uma recompensa substancial por seus atos de autoafirmação. Hester é condenada a viver o resto de sua existência como uma proscrita, e, ainda pior, como alguém que se vê como tal. O argumento desenvolvido aqui parte de sua inabilidade de transformar agência autônoma em uma identidade plena, satisfeita consigo, para encontrar em um romance posterior do autor, The Blithedale Romance, uma abordagem complementar do caráter paradoxal do sujeito hawthorniano.

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Biografia do Autor

Felipe Vale da Silva, Universidade de São Paulo

Doutor em Letras (Alemão) pela Universidade de São Paulo

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Publicado

2017-01-20

Como Citar

SILVA, Felipe Vale da. Transcending self and society. The paradox of selfhood in Hawthorne’s novels. Cadernos do IL, [S. l.], n. 53, p. 263–280, 2017. DOI: 10.22456/2236-6385.67288. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/67288. Acesso em: 22 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários