O LUGAR DA PRÁXIS NA ANÁLISE DO DISCURSO

Autores

  • Rodrigo Oliveira Fonseca Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.26015

Palavras-chave:

práxis – discurso – subjetivação

Resumo

Dentre diferentes formas de conceber a práxis, há uma que poderá servir ao desenvolvimento de uma noção propriamente discursiva de práxis: anseio de sentido mal discernido que funciona como impulso à ação (SAMPAIO & FREDERICO, 2006, p. 59). No entanto, haverá de se lidar antes com algumas questões caras à teoria do discurso, como a tese althusseriana (pascalina) do assujeitamento. Através da abordagem da práxis discursiva poderá se tornar mais clara a razão pela qual nenhuma formação discursiva simplesmente baixa em subjetividades inertes e/ou indiferentes, visto que ela é, por sua própria definição em Pêcheux, um modo de relacionar-se com a ideologia vigente, que se realiza através de um trabalho dos (e nos) sujeitos na história.

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Biografia do Autor

Rodrigo Oliveira Fonseca, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), doutorando em Estudos da Linguagem, mestre em História Social da Cultura (PUC-Rio).

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Publicado

2012-02-15

Como Citar

FONSECA, R. O. O LUGAR DA PRÁXIS NA ANÁLISE DO DISCURSO. Cadernos do IL, [S. l.], n. 42, p. 108–118, 2012. DOI: 10.22456/2236-6385.26015. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/26015. Acesso em: 28 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários