As mobilizações do arquivo em "À toi de faire, ma mignonne", de Sophie Calle

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.151361

Resumo

Este artigo propõe uma análise da exposição À toi de faire, ma mignonne, de Sophie Calle, realizada entre outubro de 2023 e janeiro de 2024 no Musée Picasso, em Paris, à luz das teorias do arquivo. Parte-se da hipótese de que cada andar da mostra mobiliza, à sua maneira, dimensões específicas da arquivística. Para tanto, recorre-se às discussões de Marques (2015), Didi-Huberman (2015) e Derrida (2001) sobre anarquivismo, anacronismo, mal d’archive e pulsão de arquivo. Tal análise não se baseará em observação in loco, mas na leitura e no exame dos próprios arquivos da exposição: catálogos e registros audiovisuais disponíveis digitalmente no site do museu.

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Biografia do Autor

Larissa Fontenelle Gontijo, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutoranda em Estudos Literários na Universidade Federal de Minas Gerais e Mestre pela mesma instituição com bolsa CAPES.

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Publicado

2026-06-15

Como Citar

GONTIJO, Larissa Fontenelle. As mobilizações do arquivo em "À toi de faire, ma mignonne", de Sophie Calle. Cadernos do IL, [S. l.], n. 70, p. 196–214, 2026. DOI: 10.22456/2236-6385.151361. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/151361. Acesso em: 8 ago. 2026.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários