O papel das marcas de gênero no acesso lexical em português brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.129555

Resumo

Busca-se verificar se o modelo que propõe dois mecanismos distintos para o acesso de gênero é adequado para explicar a recuperação de gênero em português, e determinar qual tipo de marca (transparente ou opaca) e qual gênero facilitaria o processamento comparando-se homens e mulheres. Foi realizada uma tarefa de decisão lexical usando substantivos, pseudopalavras e não palavras com marcas transparentes (terminações “a” ou “o”) e marcas opacas (terminações “e” e outras). Os resultados corroboram o modelo que propõe dois mecanismos distintos para o processamento de gênero. As marcas transparentes e o gênero feminino foram responsáveis por maior acurácia no reconhecimento de substantivos e pseudopalavras e as mulheres foram mais rápidas na tarefa contendo menos erros que os homens.  

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Biografia do Autor

Bárbara Furtado Farias, Universidade Federal do Acre

Graduanda do oitavo período do curso de Licenciatura em Letras Espanhol da Universidade Federal do Acre, campus Floresta em Cruzeiro do Sul. Pesquisadora de Iniciação Científica CNPq. Membro do Laboratório de Psicolinguística Experimental. 

Michele Calil dos Santos Alves, Universidade Federal do Acre

Professora Adjunta de Linguística na Universidade Federal do Acre, campus Floresta em Cruzeiro do Sul, Centro de Eduação e Letras. Coordenadora do Laborátório de Psicolinguística da Amazônia.

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Publicado

2023-10-05

Como Citar

FARIAS, B. F.; ALVES, M. C. dos S. O papel das marcas de gênero no acesso lexical em português brasileiro. Cadernos do IL, [S. l.], n. 65, p. 381–407, 2023. DOI: 10.22456/2236-6385.129555. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/129555. Acesso em: 26 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigos de estudos linguísticos