A Escrita epistolar como cura do trauma em <i>Vista chinesa</i>, de Tatiana Salem Levy

Autores

  • Paulo Alberto da Silva Sales Instituto Federal Goiano http://orcid.org/0000-0001-9980-2561
  • Adriane dos Santos Gonçalves Universidade Estadual de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.22456/2236-6385.128482

Resumo

Foi a partir da experiência de dor e da violência sexual de uma amiga próxima que a escritora brasileira contemporânea Tatiana Salem Levy se sentiu instigada a ficcionalizar esse trauma no enredo do romance Vista Chinesa (2021). Logo, este estudo examina alguns aspectos relacionados à violência sexual sofrida pela personagem Júlia e como essa mesma experiência traumática reverbera na sua relação com o seu corpo. Busca-se compreender, também, como uma escrita de si, no caso da carta, ajuda a protagonista a se curar do trauma do estupro.

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Biografia do Autor

Paulo Alberto da Silva Sales, Instituto Federal Goiano

Professor de Linguagens no Insituto Federal Goiano Campus Hidrolândia e do PPG Stricto Sensu em Língua, Literatura e Interculturalidade da Universidade Estadual de Goiás, Campus Cora Coralina, Cidade de Goiás, Goiás, Brasil.

 

Adriane dos Santos Gonçalves, Universidade Estadual de Goiás

Mestranda em Língua, Literatura e Interculturalidade pela Universidade Estadual de Goiás, Campus Cora Coralina, Cidade de Goiás, Goiás, Brasil. 

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Publicado

2023-07-17

Como Citar

SALES, P. A. da S.; GONÇALVES, A. dos S. A Escrita epistolar como cura do trauma em <i>Vista chinesa</i>, de Tatiana Salem Levy. Cadernos do IL, [S. l.], n. 64, p. 261–277, 2023. DOI: 10.22456/2236-6385.128482. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/128482. Acesso em: 24 fev. 2024.

Edição

Seção

Artigos de estudos literários