Oxigenioterapia para o recém-nascido

Autores

  • Renato Machado Fiori Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Oxigenoterapia, Recém-nascido

Resumo

A meta da oxigenioterapia para o recém-nascido é evitar ao máximo a hipóxia sem produzir hiporóxia. Quando factível, o oxigênio ambiental para recém-nascidos que necessitam altas concentrações de oxigênio, deve ser regulado com base em repetidas determinações da pO2 arterial. O alvo deverá ser a manutenção de uma pO2 entre 60 e 90 mmHg. Na ausência de condições para uma monitorização adequada, a regulação do oxigênio ambiental deverá basear-se na freqüente observação do recém-nascido, utilizando-se como índice a presença ou ausência de cianose. Tem sido consenso geral que em bases meramente clínicas, o oxigênio deve ser ministrado em concentrações apenas suficiente para abolir a cianose.

Além de aspectos práticos do uso de oxigênio em recém-nascidos, são discutidos pelo autor, neste trabalho, a toxicidade pulmonar por oxigênio e o uso de exsangüíneo transfusão como tratamento coadjuvante da hipóxia.

Uma adaptação caseira, de baixo custo, de uma campânula para ministrar oxigênio em altas concentrações, é também apresentada.

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Biografia do Autor

Renato Machado Fiori, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Departamento de Pediatria - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Publicado

03-11-2026

Edição

Seção

Artigos