Sindromes hemorrágicas por larvas de Lonomia obliqua

uma revisão

Autores

  • Carlos Henrique R. François Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul
  • Rodrigo Cericatto Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul
  • João Batista Torres Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente, INSS e Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Larva, Mariposas

Resumo

Relatos de síndromes hemorrágicas pós contato com larvas de mariposa (Lonomia obliqua) tem sido crescentes no Rio Grande do Sul. Os autores revisam suas características epidemiológicas, sua sintomatologia, exames complementares necessários e a terapêutica empregada no momento.

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Biografia do Autor

Carlos Henrique R. François, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade do Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Plantonista do Centro de Informações Toxicológicas (CIT), da Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul

Rodrigo Cericatto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade do Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Plantonista do Centro de Informações Toxicológicas (CIT), da Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente do Rio Grande do Sul

João Batista Torres, Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente, INSS e Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Médico Toxicologista do Centro de Informações Toxicológicas (CIT), da Secretaria Estadual da Saúde e Meio Ambiente

Médico do INSS

Professor do Curso de Pós-Graduação em Medicina do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.

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Publicado

28-10-2026

Edição

Seção

Artigos