Suporte cardíaco avançado de vida

tratamento das situações específicas de parada cardiorrespiratóia

Autores

  • Alexandre C. Zago Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • André Scalia Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Carlos Humberto B. Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Raimundo N. Trindade Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Paulo C. Silber Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • José M. Verri Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Palavras-chave:

Reanimação cardiopulmonar, Tratamento terciário

Resumo

O suporte avançado de vida em um paciente vítima de parada cardiorrespiratória constitui relevante conhecimento teórico-prático a todo profissional da área médica, principalmente aquele que lida com pacientes de risco. Baseando-se em publicações técnico-científicas atualizadas e conceituadas, procurou-se fazer uma análise detalhada, desmistificando este controvertido assunto. Como será discutido no decorrer do artigo, o fator tempo - (1) tempo decorrido entre o colapso cardiopulmonar e o início do suporte básico de vida e (2) decurso de tempo até a aplicação do primeiro choque elétrico terapêutico - está intimamente relacionado ao prognóstico do paciente. Outro fator de igual relevância é o padrão da arritmia cardíaca desencadeante do colapso cardiovascular, que atualmente é classificado em: 1) taquicardia ventricular sem pulso; 2) fibrilação ventricular; 3) atividade elétrica sem pulso; e 4) assistolia; sendo que cada padrão corresponde a uma abordagem terapêutica específica.

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Biografia do Autor

Alexandre C. Zago, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Instrutor do Programa de Treinamento em Emergências Médicas

André Scalia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Instrutor do Programa de Treinamento em Emergências Médicas

Carlos Humberto B. Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Instrutor do Programa de Treinamento em Emergências Médicas

Raimundo N. Trindade, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Instrutor do Programa de Treinamento em Emergências Médicas

Paulo C. Silber, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Acadêmico do 9º semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Instrutor do Programa de Treinamento em Emergências Médicas

José M. Verri, Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Médico do Serviço de Cardiologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre

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Publicado

27-10-2026

Edição

Seção

Artigos