Autotransplante de baço em ratos
estudo comparativo da integração em omento maior e musculatura
Palavras-chave:
Esplenectomia, Transplante autólogo, BaçoResumo
O presente estudo tem como objetivo comparar a integração de fragmentos esplênicos autotransplantados em omento maior e musculatura da região cervical e da coxa de ratos, segundo parâmetros histológicos. Foram utilizadas 45 ratas Wistar, submetidas à esplenectomia e autotransplante de fragmentos esplênicos. Após 21 dias, analisou-se os fragmentos quanto ao grau de necrose, vascularização, regeneração e formação de pseudofolículos. Encontrou-se uma tendência, que não foi estatisticamente significativa, à melhor integração dos implantes em musculatura cervical do que em omento, pois aqueles apresentaram tendência a melhor vascularização e a índices menores de necrose. Os resultados sugerem que a musculatura pode ser uma alternativa para evitar as complicações associadas ao autotransplante esplênico com implante em omento maior.