Autotransplante de baço em ratos

estudo comparativo da integração em omento maior e musculatura

Autores

  • Alexandre Pressi Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Clairton de Paoli Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Glenize de Andrade Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Helen Zatti Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • José Luis Fattore Júnior Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Márcio Lerch Stürmer Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Marislei Manente Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Marco Aurélio Grüdtner Hospital de Clínicas de Porto Alegre
  • Amarílio Macedo Neto Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Esplenectomia, Transplante autólogo, Baço

Resumo

O presente estudo tem como objetivo comparar a integração de fragmentos esplênicos autotransplantados em omento maior e musculatura da região cervical e da coxa de ratos, segundo parâmetros histológicos. Foram utilizadas 45 ratas Wistar, submetidas à esplenectomia e autotransplante de fragmentos esplênicos. Após 21 dias, analisou-se os fragmentos quanto ao grau de necrose, vascularização, regeneração e formação de pseudofolículos. Encontrou-se uma tendência, que não foi estatisticamente significativa, à melhor integração dos implantes em musculatura cervical do que em omento, pois aqueles apresentaram tendência a melhor vascularização e a índices menores de necrose. Os resultados sugerem que a musculatura pode ser uma alternativa para evitar as complicações associadas ao autotransplante esplênico com implante em omento maior.

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Biografia do Autor

Alexandre Pressi, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formando da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Clairton de Paoli, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formando da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Glenize de Andrade, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formanda da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Helen Zatti, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formanda da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

José Luis Fattore Júnior, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formando da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Márcio Lerch Stürmer, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formando da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Marislei Manente, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Formanda da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Marco Aurélio Grüdtner, Hospital de Clínicas de Porto Alegre

Médico residente do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital de Clínicas de Podo Alegre (HCPA)

Amarílio Macedo Neto, Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Médico contratado do Serviço de Cirurgia Cárdio-Torácica do HCPA

Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Publicado

27-10-2026

Edição

Seção

Artigos