Hipertensão sistólica isolada em idosos institucionalizados

Autores

  • Helen Zatti Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Márcio Lerch Stürmer Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Rodrigo Cericatto Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Roberto Krás Amoretti Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Bruno Fialho Braga Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Aloysio Achutti Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Hipertensão sistólica isolada, Idoso, Hipertensão

Resumo

A Hipertensão Sistólica Isolada (HSI) é uma condição bastante prevalente na população idosa, segundo estudos internacionais. Sua relevância como fator de risco para o aumento da morbimortalidade cárdio e cerebrovascular está bem definida na literatura. Avaliou-se no presente estudo a prevalência de HSI em idosos de 6 institutos não hospitalares, analisando-se suas características. Em uma população predominantemente branca e feminina encontrou-se uma prevalência de 40% de HSI (PAS>140mmHg e PAD<90mmHg), 32,1% de hipertensão (PAD>90mmHg) e 28,9% de normotensos. Nos pacientes sem tratamento anti-hipertensivo, a diferença entre o número de idosos com HSI e hipertensão foi ainda maior. Percebeu-se ainda que a HSI tornou-se mais prevalente após a adoção de novos critérios diagnósticos (Relatório V do ”JNC”), quando comparados com os válidos até 1993 (PAS>1 160mmHg), o que reflete maior preocupação mundial com o assunto. Por fim, conclui-se que a HSI é bastante prevalente em nosso meio, porém muitas vezes não tratada, apesar dos benefícios já definidos da terapêutica farmacológica.

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Biografia do Autor

Helen Zatti, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutoranda do 12° semestre da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Márcio Lerch Stürmer, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Rodrigo Cericatto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 12° semestre da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Roberto Krás Amoretti, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do 11° semestre da Faculdade de Medicina da UFRGS

Bruno Fialho Braga, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Médico nefrologista

Professor adjunto do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da UFRGS

Aloysio Achutti, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Médico cardiologista

Professor adjunto do Departamento de Medicina Interna da Faculdade de Medicina da UFRGS

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Publicado

27-10-2026

Edição

Seção

Artigos