A biópsia de pele

Autores

  • Lucio Bakos Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Biópsia, Pele

Resumo

Dentre os recursos diagnósticos complementares usados em dermatologia, o procedimento auxiliar, talvez, mais empregado em nosso meio é a biópsia de pele.

Dado o fácil acesso ao tegumento, este processo tem sido usado com crescente frequência, existindo muito poucas contraindicações para a feitura do mesmo.

Muitas vezes são realizadas biópsias de pele em lesões clinicamente mal estudadas, nas quais somente se realiza uma biópsia e se encaminha o espécime ao laboratório, transferindo para este toda a responsabilidade. Desta forma, o patologista ficará muito limitado no seu diagnóstico, por vezes, optando por um resultado descritivo, pouco significativo e até confuso para o clinico.

Para se obter o melhor proveito de uma biópsia de pele, devem ser observadas algumas regras básicas de indicação e contraindicação deste procedimento, deve haver uma escolha adequada da lesão e do local para a biópsia, uma técnica cirúrgica e fixação adequadas, e fornecimento de dados clínicos completos ao patologista. Agindo desta forma e correlacionando os achados clínicos e histopatológicos, poderemos obter dados extremamente valiosos e precisos para um diagnóstico correto.

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Biografia do Autor

Lucio Bakos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Auxiliar de ensino superior da disciplina de Dermatologia, Departamento de Medicina Interna, Faculdade de Medicina de Porto Alegre

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Publicado

18-09-2026

Edição

Seção

Artigos