[1]
C. B. de Almeida, D. S. S. Neves, e J. G. Gondra, “Ensino obrigatório: prudente é esperar-se do tempo o preciso remédio”, Associação Sul-Rio-Grandense de Pesquisadores em História da Educação, vol. 16, nº 38, p. 125–147, ago. 2012.