Sétima costela cervical

considerações em tôrno de sua incidência em nosso meio

Autores

  • Alaor Teixeira Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Costela cervical

Resumo

O A. estuda a incidência da sétima costela cervical (c.c.) baseando-se no exame das radiografias de 5.000 pacientes, pertencentes ao fichário do Hospital Sanatório Belém, de Porto Alegre. Destes 5.000 casos, 2.694 (54%) eram do sexo masculino e 2.306 (46%) do feminino; 3.771 (75%) eram brancos e 1.229 (25%) pretos ou mestiços; 4.846 (97%) eram brasileiros e 154 (3%) pertenciam a outras nacionalidades. Foram encontrados 15 (0,32%) casos de c.c.; entre estes, 10 (65%) pertenciam ao sexo masculino e 5 (35%) ao feminino; 9 (56%) eram brancos e 1 (11%) preto; existindo 5 (33%) casos em que este fator não pode ser determinado; 4 (27%) casos eram unilaterais (2 à D e 2 à E) e 11 (73%) bilaterais; entre estes, 4 (27%) eram simétricos e 7 (47%) assimétricos, predominando entre estes últimos, em 4 (27%) casos o lado D e em 3 (20%) o lado E. Quanto ao grau de desenvolvimento o A. apresenta o seu conceito a respeito e classifica os seus achados, baseado no referido conceito, em 2 grupos; no primeiro as c.c. foram consideradas como possuindo desenvolvimento completo e, no segundo, com desenvolvimento incompleto.

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Biografia do Autor

Alaor Teixeira, Universidade de São Paulo

Assistente de ensino

Bolseiro da Fundação Rockefeller no Departamento de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Dir. Prof. Odorico M. de Sousa

 

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Publicado

2026-08-14

Edição

Seção

Artigos