[1]
R. Grazziotin-Soares, F. Barros Matoso, D. Delai, A. Pompermayer Jardine, V. R. Camargo Fontanella, e P. M. Poli Kopper, “Cimentos biocerâmicos aparecem mais radiopacos em um teste de radiopacidade que simula a realidade clínica do que em um teste tradicional com discos circulares”, R. Fac. Odontol. Porto Alegre, vol. 65, mar. 2024.