Escola Cusquenha

vestígios de resistências

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Resumo

O presente artigo pretende analisar a Escola Cusquenha, movimento que surge na América Latina, a partir da exposição Etérea, sob a perspectiva de transgressão e resistência dos artistas indígenas e mestiços, a partir da inserção de elementos andinos em pinturas sacras, como forma de imposição às regras europeias. A análise de três obras revela a subversão da iconografia cristã, com símbolos e cores locais, evidenciando a resistência cultural e a preservação da memória.

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Biografia do Autor

Joana Aparecida da Silveira do Amarante

(São José/SC). É professora e artista visual. Mestre em Teoria e História das Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais e graduada em Educação Artística: Habilitação Artes Plásti-cas, ambas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Co-ordenadora do núcleo educativo do Instituto Collaço Paulo – Centro de Arte e Educação.

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Publicado

2025-06-30

Edição

Seção

Dossiê