Subvertendo o arquivo
sobre arte e política ecológica
Resumo
A partir do arquivo de Lucy R. Lippard, uma das mais influentes críticas a teorizar earthworks, Amanda Boetzkes sugere como as coleções de arquivos de arte norte-americana podem ser utilizadas para escrita de uma história da arte e do ambiente adequada para o momento de mudança climática em que vivemos. Ao associar nossa conceitualização e resposta a atual situação climática aos movimentos artísticos da década de 1960, documentados nos arquivos, a autora destaca como o arquivo de Lippard pode ser visto como um emaranhado entre ecologia e estética que oferece sensibilidades alternativas para o envolvimento com o meio ambiente. Com isso, abre caminhos para o desenvolvimento de uma história da ecologia política no cerne da história estética da arte ambiental.
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