Instalação, desmontagem, remontagem

problematizando a repetição no processo de criação

Autores

Resumo

Processo de criação de Trança, instalação que buscou reapresentar Horizontes, dois anos após e em outro lugar. A desmontagem de Horizontes propiciou, por meio da vivência da presentidade (Robert Morris), a experiência de perceber uma composição em potência. O espaço físico da primeira instalação foi considerado como heterotópico (Foucault) e também como máquina desejante (Deleuze e Guattari). Discute-se, ainda, acerca da possibilidade de reinstalação de uma instalação.

Palavras-chave: Instalação. Processo de criação. Heterotopia. Presentidade.

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Biografia do Autor

Cláudia Maria França da Silva, Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

Artista visual e docente do Centro de Artes da UFES. Pós-doutora em Psicologia pela UFMG, Doutora em Artes pela UNICAMP, Mestre em Artes Visuais pela UFRGS, Bacharel em Desenho e Escultura pela UFMG. Lecionou na graduação e pós-graduação em Artes da UFU e atualmente leciona na graduação e pós-graduação em Artes da UFES. Áreas de atuação como artista: instalação e arte objetual e como docente: Desenho, Desenho Contemporâneo, Processos de Criação. Participa regularmente de exposições individuais e coletivas, bem como de reuniões científicas e produção textual.

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Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Fluxo contínuo