Manual para atravessar labirintos
conceitualizações entre as obras de Borges, Danielewski e Oiticica
Resumo
Pela referência a experiências artísticas e literárias, este artigo trabalha os interstícios entre o plano de um labirinto e a perspectiva de quem adentra e se implica em seus domínios. Tomado como obra ou lugar de um percurso, o funcionamento de um labirinto se presentifica neste artigo através das alegorias de um sistema de registro de saber, um escrito ficcional ou de uma instalação artística. Tais alegorias se evocam para refletir sobre os usos da linguagem.
Palavras-chave: Labirinto. Linguagem. Processo Artístico. Ficção. Rizoma.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Os autores de trabalhos submetidos à Revista-Valise autorizam sua publicação em meio físico e eletrônico, unicamente para fins acadêmicos, podendo ser reproduzidos desde que citada a fonte. Os mesmos, atestam sua orignalidade, autoria e ineditismo.