Manual para atravessar labirintos

conceitualizações entre as obras de Borges, Danielewski e Oiticica

Autores

Resumo

Pela referência a experiências artísticas e literárias, este artigo trabalha os interstícios entre o plano de um labirinto e a perspectiva de quem adentra e se implica em seus domínios. Tomado como obra ou lugar de um percurso, o funcionamento de um labirinto se presentifica neste artigo através das alegorias de um sistema de registro de saber, um escrito ficcional ou de uma instalação artística. Tais alegorias se evocam para refletir sobre os usos da linguagem.

Palavras-chave: Labirinto. Linguagem. Processo Artístico. Ficção. Rizoma.

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Biografia do Autor

Léo Karam Tietboehl

Psicólogo, psicanalista, doutor em Teoria Psicanalítica (UFRJ), professor e pesquisador na Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades de Porto Alegre (APPH). 

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Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Fluxo contínuo