A memória dos restos

anarquivos sartoriais como (des)montagem histórica

Autores

Resumo

O ensaio analisa como os anarquivos sartoriais criados pelo artista francês Raphaël Barontini (1984-) problematizam a ausência de negros e mestiços na iconografia da arte e da moda. Para tanto, mobilizaremos algumas ideias relativas às imagens dialéticas e ao pensamento da errância apresentados, respectivamente, por Walter Benjamin e Édouard Glissant. Examinaremos como a perspectiva afrofuturista erige uma estética à contrapelo, honorificando a negritude na arte contemporânea.

Palavras-chave: Memória. Anarquivos Sartoriais. (Des)montagem. História. Arte Contemporânea.

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Biografia do Autor

Angélica Oliveira Adverse, Universidade Federal de Minas Gerais

Professora adjunta do Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutora em Artes Visuais (EBA/UFMG), com estágio na Universidade Paris I – Sorbonne (2016). Residência pós-doutoral em História (PPGH/UFMG) (2018-2020). Recebeu o Prêmio CAPES e o Prêmio UFMG de Tese (2017). É autora dos livros Imagens são espelhos (Edição da autora) e Moda moderna medida do tempo: O futurismo italiano e a estética do efêmero (Estação das Letras e Cores, 2012).

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Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Fluxo contínuo