A decolonialidade e a estética da ruptura em Celacanto provoca maremoto

Autores

Resumo

A obra Celacanto provoca maremoto, de Adriana Varejão, opera como uma crítica às heranças coloniais, ao tensionar símbolos do Barroco e da tradição luso-brasileira. A partir de uma perspectiva decolonial, alinhada a autores como Walter Mignolo e Enrique Dussel, a obra pode ser lida como uma desconstrução dos discursos hegemônicos. Nesse sentido, suas rachaduras e desordens visuais são percebidas como metáforas de resistência e reinvenção, convocando o olhar para outras narrativas, saberes e futuros possíveis, fora da lógica colonial.


Palavras-chave: Decolonial. Celacanto provoca maremoto. Barroco. Adriana Varejão.

 

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Biografia do Autor

Simone Neiva, Universidade Federal do Espírito Santo

Arquiteta, mestre e doutoranda em Artes (UFES); Doutora em Arquitetura (USP); Mestre em Arquitetura (Universidade de Tóquio-TODAI); Especialista em História da Arte e da Arquitetura (PUC-Rio). Fellow pela Japan Foundation (JF). Colaboradora da Japan Past and Present (Waseda University/University of California, Los Angeles - UCLA).

Angela Grando, Universidade Federal do Espírito Santo

Professora Titular do Programa de Pós-Graduação em Artes (PPGA/UFES); Historiadora e Crítica de Arte; Doutorado e Mestrado em História da Arte e Arqueologia pela Universidade de Paris I – (Pantheon Sorbonne); Pesquisadora (BPC-FAPES); Membro da AICA, da ABCA e do CBHA. Tem experiência na área de Fundamentos Teóricos e Crítica das Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: processos criativos; arte moderna e contemporânea, arte sonora e meios audiovisuais; teoria e crítica da imagem.

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Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Fluxo contínuo