Artista e a instituição em convivência crítica

Eduardo Frota no Museu do Trabalho (2016) e no MAC-CE (2022)

Autores

Resumo

Este artigo reflete sobre práticas artísticas que partem de contextos institucionais a partir de duas intervenções de Eduardo Frota: Associações disjuntivas II (2016) e Geometrias ordinárias / cavidades dilatadas (2022), desenvolvidas no Museu do Trabalho, em Porto Alegre, e no MAC-CE, em Fortaleza, respectivamente. Para tanto, analisa-se o modo como as duas obras interpelam públicos e sobretudo museus, convocando-os a um engajamento com as práticas artísticas mais aberto e experimental.

Palavras-chave: Arte Contemporânea. Eduardo Frota. Museu. Crítica. Contexto.

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Biografia do Autor

Fernanda Carvalho de Albuquerque, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Curadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde atua no Bacharelado em Museologia e no Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPGMUSPA). Possui mestrado e doutorado em Artes Visuais - História, Teoria e Crítica pela UFRGS (2006 e 2015), com estágio na University of the Arts London (2013-2014). Atualmente, desenvolve o projeto de pesquisa Como museus podem aprender com a arte e os artistas junto ao PPGMUSPA/UFRGS. 

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Publicado

2025-12-30

Edição

Seção

Fluxo contínuo