Dar-se em vertigem

do gesto leve à densidade do abismo

Autores

Resumo

Este texto explora práticas poéticas que performam a vertigem como gesto de desestabilização e abertura. Imagens de voo, queda e abismo mobilizam estados de transitoriedade que suspendem modos habituais de percepção e existência. Ao explorar a vertigem como experiência que afeta o corpo e a subjetividade, o texto investiga como fissuras nos modelos normativos de vida permitem a invenção de outras formas de existir e de se relacionar com o mundo.

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Biografia do Autor

Glaucis de Morais Almeida, PPGAV-UFRGS

(Lajeado, 1972). Professora, pesquisadora, artista visual e designer gráfica. Doutora e Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre pela Université Paris 8 - Vincennes - Saint-Denis. Atua no ensino superior desde 2004, tanto no bacharelado quanto na licenciatura. Investiga estados de equilíbrio transitivo e impermanência através de práticas poéticas que articulam arte, design gráfico e educação.

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Publicado

2025-06-30

Edição

Seção

Dossiê