Dar-se em vertigem
do gesto leve à densidade do abismo
Resumo
Este texto explora práticas poéticas que performam a vertigem como gesto de desestabilização e abertura. Imagens de voo, queda e abismo mobilizam estados de transitoriedade que suspendem modos habituais de percepção e existência. Ao explorar a vertigem como experiência que afeta o corpo e a subjetividade, o texto investiga como fissuras nos modelos normativos de vida permitem a invenção de outras formas de existir e de se relacionar com o mundo.
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Publicado
2025-06-30
Edição
Seção
Dossiê
Licença
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