No interior do gabinete de curiosidades

visualidade, raça e colecionismo

Autores

Resumo

O artigo busca articular um conjunto de problemas em torno de dispositivos de visualidade e colecionismo – gabinetes de curiosidades e museus – examinando seus pressupostos históricos e conceituais de modo a enfatizar a instauração de uma dinâmica de olhar colonial que fundamenta, em consonância com a ciência moderna, o desenvolvimento do conceito de raça. Tais reflexões são mobilizadas, na parte final do texto, por meio de uma análise da obra Gabinete de curiosidades (2017), de Rosana Paulino. 

Palavras-chave: Gabinete de curiosidades. Visualidade. Colecionismo. Raça. Rosana Paulino.

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Biografia do Autor

Tadeu Ribeiro Rodrigues, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Professor e pesquisador em História e Teoria da Arte. Doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestre em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense e bacharel em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, desenvolve pesquisas e publicações em torno de questões ligadas à arte, imagem, corpo, racialidade, memória e política com ênfase na produção latino-americana.

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Publicado

2025-06-30

Edição

Seção

Dossiê