No interior do gabinete de curiosidades
visualidade, raça e colecionismo
Resumo
O artigo busca articular um conjunto de problemas em torno de dispositivos de visualidade e colecionismo – gabinetes de curiosidades e museus – examinando seus pressupostos históricos e conceituais de modo a enfatizar a instauração de uma dinâmica de olhar colonial que fundamenta, em consonância com a ciência moderna, o desenvolvimento do conceito de raça. Tais reflexões são mobilizadas, na parte final do texto, por meio de uma análise da obra Gabinete de curiosidades (2017), de Rosana Paulino.
Palavras-chave: Gabinete de curiosidades. Visualidade. Colecionismo. Raça. Rosana Paulino.
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