Poéticas da patologia

uma entrevista com Banks Violette

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Resumo

A presente entrevista realizada com o artista estadunidense Banks Violette aborda diferentes aspectos de sua produção em termos teóricos e práticos, a partir de suas vivências pessoais e as implicações que estas incidem sobre sua obra, e mais especificamente levando em consideração influências formais e conceituais de parte da produção dita pós-minimalista de fins da década de 1960 e começo da de 1970.

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Biografia do Autor

Felipe Ferla da Costa, PROPAR-UFRGS

Arquiteto (Universidade do Vale do Rio dos Sinos/Unisinos, 2019), mestre em Teoria, História e Crítica de Arquitetura (PROPAR-UFRGS, 2021) e doutorando em Teoria, História e Crítica de Arquitetura (PROPAR-UFRGS). Atua também na área da música como compositor e instrumentista, tendo desde 2011 lançamentos nacionais e internacionais, além de suas composições já terem sido executadas por grupos e intérpretes no Brasil e exterior. Reside e trabalha em Canoas, RS, Brasil.

Banks Violette

BFA pela School of Visual Arts (1998) e MFA pela Columbia University (2000). Desde a década de 2000 já teve exposições individuais tais como no Whitney Museum of American Art (Nova Iorque, 2005), Galerie Thaddaeus Roppac (Salzburgo, 2007) e Gladstone Gallery (Bruxelas, 2024). Seus trabalhos se encontram nas coleções públicas de instituições como o The Solomon R. Guggenheim Museum (Nova Iorque), The Saatchi Collection (Londres), MoMA (Nova Iorque), e no Centre Pompidou (Paris). Reside e trabalha em Ithaca, Nova Iorque, Estados Unidos da América.

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Publicado

2025-06-30

Edição

Seção

Dossiê