Entre a veneração e a iconoclastia

sobre o poder alquímico da imagem surrealista em Max Ernst

Autores

Resumo

Este estudo busca realizar um breve exame da imagem surrealista tanto no modo como ela foi inicialmente caracterizada por André Breton em 1924, bem como na forma como ela se manifestou nos primeiros anos do movimento a partir de algumas produções pictóricas de Max Ernst. Com base nisso, propôs-se estabelecer uma relação de contraste entre a imagem surrealista e algumas formulações teóricas e historiográficas elaboradas por um conjunto de autores sobre o estudo das imagens e das relações que estas mobilizam na cultura para, por fim, apresentá-la como modelo de crítica.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Cristiano José Steinmetz, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Doutorando em História da Arte pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP e pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (PDSE). Foi pesquisador visitante (Capes-PrInt) no Fondo Pasquale Alferj da Università IUAV di Venezia e trabalhou com os arquivos situacionistas no Fonds Guy Debord da Bibliothèque Nationale de France, bem como com os arquivos surrealistas do International Center for the Arts of the Americas - Houston Muse-um of Fine Arts.

Email: c236375@dac.unicamp.br
Lattes: https://lattes.cnpq.br/0457783552188702

Downloads

Publicado

2024-12-23

Edição

Seção

Fluxo contínuo