Entre a veneração e a iconoclastia
sobre o poder alquímico da imagem surrealista em Max Ernst
Resumo
Este estudo busca realizar um breve exame da imagem surrealista tanto no modo como ela foi inicialmente caracterizada por André Breton em 1924, bem como na forma como ela se manifestou nos primeiros anos do movimento a partir de algumas produções pictóricas de Max Ernst. Com base nisso, propôs-se estabelecer uma relação de contraste entre a imagem surrealista e algumas formulações teóricas e historiográficas elaboradas por um conjunto de autores sobre o estudo das imagens e das relações que estas mobilizam na cultura para, por fim, apresentá-la como modelo de crítica.
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