Representar, apresentar, teatralizar

Cavell, Fried e O homem invisível em diálogo

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Resumo

Para elucidar problemáticas acerca da ontologia do cinema, põe-se em diálogo três homens: Michael Fried, Stanley Cavell, e Jack Griffin, o protagonista de O Homem Invisível. Do primeiro, revisita-se os principais conceitos de Arte e Objetidade; do segundo, explora-se algumas teses contidas em The World Viewed, bem como a relação delas com a epistemologia moderna; com o último, propõe-se a invisibilidade enquanto categoria ontológica central no dispositivo cinematográfico.

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Biografia do Autor

Pedro Monte Kling, UFPR

Pedro Monte Kling Possui graduação em História pela UNICAMP (2015). Possui graduação em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais pela UNESPAR (2019). Certificação docente em História pela UNIFRAN (2021). Mestre em Filosofia pela UFPR (2023) e atualmente doutorando na mesma área e instituição, com bolsa CAPES em ambos os níveis. Ênfase de pesquisa na obra de Stanley Cavell, tendo escrito uma dissertação sobre a relação entre sua crítica à epistemologia moderna e sua ontologia do cinema, e atualmente investigando a relação entre conhecimento e sexualidade, apoiado no diálogo entre Cavell, Freud e Sade. Escreve numa perspectiva interdisciplinar, envolvendo intersecções entre Filosofia, História, Teoria do Cinema, Literatura e Psicanálise. Atua também como crítico de cinema e televisão e como criador audiovisual nas áreas de roteiro, direção, produção musical, edição e sonoplastia.

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Publicado

2024-07-02

Edição

Seção

Artigos