O mar sempre teve gosto de gente

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Resumo

O trabalho é composto por uma afirmação que aponta para um ciclo predestinado à repetição. No horizonte de cada fotografia, flutua uma palavra que compõe a frase o mar sempre teve gosto de gente. Convoca-se, assim, a imagem de pessoas atravessando águas, uma espécie de rememoração dos trânsitos forçados que, de modo violento, acontecem agora e aconteceram em outros momentos históricos. As imagens são apresentadas em sete caixas de acrílico, alinhadas na altura dos olhos dos espectadores.

Palavras-chave: Migração. Fotografia. Palavra.

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Biografia do Autor

Luana Assis Navarro, Universidade do Estado de Santa Catarina

Mestra em Artes Visuais pelo PPGAV-UDESC, desenvolve trabalhos com fotografia, vídeo, performance, leituras em voz alta e publicações impressas. Sua produção recente parte de contextos políticos específicos e propõe um jogo a partir da imagem do corpo e as possibilidades de deslocamento de discursos e presenças. Foi uma das artistas selecionadas para o XI Salão Victor Meirelles, que aconteceu no MASC, em Florianópolis. Em 2023, realizou a exposição individual PROCUREM-SE, no MUPA, em Curitiba.

E-mail: luananavarro85@gmail.com
Lattes: http://lattes.cnpq.br/5525289873240891

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Publicado

2024-12-23

Edição

Seção

Fluxo contínuo