Quando ver é perder

A inexorável busca do vazio ou a inelutável modalidade do visível

Autores

Resumo

Resumo: A imagem capturada de sobressalto em uma visita exploratória ao subsolo do templo de Nossa Senhora de Guadalupe, localizado na zona rural do município de Pelotas-RS, realizada durante a concepção de um filme, serviu de ponto de partida para a reflexão acerca da dinâmica do olhar suportada por uma obra de perda.  Neste trabalho de escrita ensaística refletimos sobre as feridas e os vazios que se abrem quando aquilo que vemos efetivamente nos retribui o olhar.

Palavras-chave: Filosofia da imagem. Fotografia. Olhar. Cinema. Vazio.

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Biografia do Autor

Isadora Ebersol, Universidade Federal de Pelotas

Isadora Ebersol é doutoranda em Educação, linha de pesquisa Epistemologias Descoloniais, Educação Transgressora e Práticas de Transformação, PPGE, Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e bolsista CAPES.https://orcid.org/0000-0001-9745-0822.

Denise Marcos Bussoletti, UFPel

Denise Bussoletti é Professora Titular da Faculdade de Educação da UFPel. Foi Pró-reitora de Extensão e Cultura. É Doutora em Psicologia pela PUC-RS, com bolsa sanduíche no Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho (Portugal). É vinculada ao Programa de Pós-graduação em Educação (UFPel), coordena o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Narrativas, Arte, Linguagem e Subjetividade e é Tutora do Programa de Educação Tutorial Fronteiras: saberes e práticas populares.

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Publicado

2023-12-21

Edição

Seção

Artigos