Quando ver é perder
A inexorável busca do vazio ou a inelutável modalidade do visível
Resumo
Resumo: A imagem capturada de sobressalto em uma visita exploratória ao subsolo do templo de Nossa Senhora de Guadalupe, localizado na zona rural do município de Pelotas-RS, realizada durante a concepção de um filme, serviu de ponto de partida para a reflexão acerca da dinâmica do olhar suportada por uma obra de perda. Neste trabalho de escrita ensaística refletimos sobre as feridas e os vazios que se abrem quando aquilo que vemos efetivamente nos retribui o olhar.
Palavras-chave: Filosofia da imagem. Fotografia. Olhar. Cinema. Vazio.
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