A mulher e a histeria
do estígma científico ao silenciamento na arte
Resumo
Resumo: A estigmatização social de mulheres em discursos e práticas médico-científicas do século XIX é o escopo deste artigo. Refletiremos acerca dos mecanismos de patologização, com ênfase na histeria, por uma ciência heteropatriarcal enraizada na perspectiva binária da diferença sexual. Desde um aporte teórico interdisciplinar, revisitaremos as histórias de Camille Claudel e Leonora Carrington, artistas que tiveram suas existências marcadas pelo estigma da loucura e suas poéticas, pela insurreição.
Palavras-chave: Mulher. Histeria. Arte. Estigma.
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