A exposição Pedra-carne como o jardim pré-adâmico de Meg Tomio Roussenq

Autores

  • Rafaela Maria Martins da Silva UDESC

Resumo

A exposição Pedra-carne de Meg Tomio Roussenq, realizada em 2021 na Fundação Cultural Badesc (Florianópolis, Santa Catarina) parte do encontro da artista com uma pedra e de sua possível materialidade humana. A investigação da pedra enquanto uma existência desdobra-se em um corpo implexo, explorado em pinturas sobre tela, objetos e aquarelas. Associado à noção de arquia de Jacques Derrida, do entendimento da arte como espaço de instauração de existências mínimas desenvolvido por David Lapoujade a partir dos estudos de Étienne Souriau, e ao conceito de infraleve de Marcel Duchamp, este artigo propõe pensar a narrativa criada em torno dos corpos ficcionais da exposição Pedra-carne como um jardim edênico e pré-adâmico.


Palavras-chave: Exposição Pedra-carne. Meg Tomio Roussenq. Corpos ficcionais. Existências mínimas. Infraleve.

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Biografia do Autor

Rafaela Maria Martins da Silva, UDESC

Doutoranda em Artes Visuais pelo Programa de Pós-
Graduação em Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina (2021-); mestre na linha de Teoria e História das Artes Visuais (UDESC, 2019); licenciada em Arte pela Fundação Dracenense de Ensino e Cultura/ Unifadra (2016). Integrante do grupo de pesquisa Imagem-acontecimento (PPGAV-UDESC). Realiza trabalhos de curadoria selecionados em editais em Santa Catarina. Professora de arte na educação básica em Florianópolis-SC.

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Publicado

2023-07-31

Edição

Seção

Dossiê