PREVALÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS EM IDOSOS ATENDIDOS NA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO INTERIOR DO RS

Autores

  • Jéssica Andressa Rizzardo Graduada pela Universidade de Passo Fundo/UPF
  • Juliane Bervian Professora Adjunto III do Curso de Odontologia da Universidade de Passo Fundo/UPF
  • Gustavo Cavalcanti Professor Substituto Temporário da Universidade de Passo Fundo/UPF
  • Ana Luisa Sant'Anna Alves Professora Titular II do Curso de Nutrição e do Programa de Pós Graduação em Envelhecimento Humano stricto sensu/ PPGEH da Universidade de Passo Fundo/UPF.

DOI:

https://doi.org/10.22456/2316-2171.83855

Palavras-chave:

Idosos. Doenças crônicas. Diabetes mellitus. Hipertensão arterial sistêmica. Multimorbidade.

Resumo

Objetivo: avaliar a prevalência de doenças crônicas em idosos atendidos na Estratégia de Saúde da Família em um município do norte do estado do Rio Grande do Sul. Método: trata-se de um estudo transversal de dados secundários, realizado com indivíduos de 60 anos ou mais, através de prontuários eletrônicos do Sistema de Informação do Sistema Único de Saúde, no período de janeiro a dezembro de 2016. As doenças crônicas investigadas foram diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, acidente vascular cerebral, infarto, câncer e ainda a presença de multimorbidade para 2 ou mais doenças associadas. Também foram coletadas informações demográficas, internação nos últimos 12 meses e uso de tabaco. Os dados foram analisados através de software de estatística. Para as variáveis quantitativas foram calculadas as medidas de tendência central e dispersão, e para as variáveis qualitativas foram apresentas as frequências absolutas e relativas simples. Para as associações foi aplicado o Teste exato de Fisher e o Teste Qui-quadrado. Resultados: as doenças crônicas com maior prevalência foram hipertensão arterial sistêmica (37,3%) e diabetes mellitus (10,1%), simultaneamente hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus 9,1%, e a prevalência de multimorbidade foi de 11%. A média de idade foi de 70,02 anos (+7,93), sendo que a maioria tinha entre 60 a 69 anos (55,2%), eram do sexo feminino (57,7%), não haviam internado nos últimos 12 meses (98,6%) e não faziam uso de tabaco (97,3%). Foi observado maior prevalência de multimorbidade entre os idosos com 80 anos ou mais (p<0,001), e a associação entre doenças e sexo, a maior prevalência de Hipertensão Arterial foi no sexo feminino e maior prevalência de Infarto Agudo do Miocárdio no sexo masculino (p<0,05). Conclusão: os dados do estudo mostraram uma baixa prevalência de doenças crônicas e multimorbidade. 

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Biografia do Autor

Jéssica Andressa Rizzardo, Graduada pela Universidade de Passo Fundo/UPF

Nutricionista. Graduada pela Universidade de Passo Fundo/UPF

Juliane Bervian, Professora Adjunto III do Curso de Odontologia da Universidade de Passo Fundo/UPF

Cirurgiã Dentista. Doutora em Odontologia pela Universidade Luterana do Brasil/ ULBRA. Professora Adjunto III do Curso de Odontologia da Universidade de Passo Fundo/UPF.

Gustavo Cavalcanti, Professor Substituto Temporário da Universidade de Passo Fundo/UPF

Enfermeiro. Mestre em envelhecimento Humano pela Universidade de Passo Fundo/UPF. Professor Substituto Temporário da Universidade de Passo Fundo/UPF

Ana Luisa Sant'Anna Alves, Professora Titular II do Curso de Nutrição e do Programa de Pós Graduação em Envelhecimento Humano stricto sensu/ PPGEH da Universidade de Passo Fundo/UPF.

Nutricionista. Doutora em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ UFRGS. Professora Titular II do Curso de Nutrição e do Programa de Pós Graduação em Envelhecimento Humano stricto sensu/ PPGEH da Universidade de Passo Fundo/UPF.

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Publicado

2019-11-21

Como Citar

Rizzardo, J. A., Bervian, J., Cavalcanti, G., & Alves, A. L. S. (2019). PREVALÊNCIA DE DOENÇAS CRÔNICAS EM IDOSOS ATENDIDOS NA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA NO INTERIOR DO RS. Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento, 24(2). https://doi.org/10.22456/2316-2171.83855

Edição

Seção

Artigos originais