RASTREAMENTO SOCIODEMOGRÁFICO E CLÍNICO DE INDIVÍDUOS COM DEPRESSÃO
DOI:
https://doi.org/10.22456/2316-2171.54367Palavras-chave:
Saúde Mental. Atenção Primária à Saúde. Atenção Básica. Epidemiologia.Resumo
O objetivo deste estudo foi identificar o perfil sociodemográfico e clínico da população diagnosticada com depressão assistida em
uma Unidade Básica de Saúde localizada no interior do estado do Rio Grande do Sul, no período de janeiro a dezembro de 2013. Trata-se de um estudo epidemiológico retrospectivo realizado por meio da análise descritiva de prontuários de indivíduos de 5 a 100 anos, caracterizados segundo as variáveis idade, gênero, situação conjugal e medicação utilizada. Identificaram-se 452 prontuários, predominantemente de mulheres (72,1%), italianas (55,5%) com média de idade de 50,03 anos e casadas (75,5%). O uso da fluoxetina foi mais significativo entre as mulheres (p<0,00), enquanto o diazepam foi mais entre os homens (p<0,03). Os resultados são preocupantes, pois revelam indicadores de depressão acima dos parâmetros mundiais, o que impele o desenvolvimento de ações
preventivas e de tratamento à doença nas mulheres, além do uso de medicamentos, e uma reformulação estrutural das questões que compõem os prontuários da unidade.
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