Práticas de improvisação em dança
Efeitos nos sintomas depressivos e de ansiedade em pessoas com a doença de Parkinson
DOI:
https://doi.org/10.22456/2316-2171.150050Resumo
O presente artigo refere-se aos efeitos de aulas de dança com práticas de improvisação nos sintomas não motores em pessoas com a doença de Parkinson. Tem como objetivo analisar os índices de depressão e ansiedade dos sujeitos antes e depois de uma intervenção de 12 semanas. Metodologicamente, essa pesquisa tem caráter quantitativo, com amostra de 11 sujeitos e utilização de estatística descritiva para a análise dos dados obtidos. Como resultado, tal análise revelou uma tendência de melhora dos índices de ansiedade e depressão entre os dados pré e pós-intervenção, um indicativo de que as práticas de improvisação e as atividades coreográficas parecem exercer um efeito positivo em tais sintomas. Como vulnerabilidade, percebeu-se a necessidade de elaboração de testes mais específicos e contextualizados à realidade do parkinsoniano e que levem em consideração suas singularidades. O pequeno grupo amostral sugere a necessidade de estudos adicionais na área com a realização de testes estatísticos de maior profundidade.