DOR CRÔNICA E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE IDOSOS MORADORES DO AMBIENTE RURAL DE UM PEQUENO MUNICÍPIO DO OESTE CATARINENSE

Autores

  • Fátima Kremer Ferretti Universidade Comunitária da Região de Chapecó-UNOCHAPECÓ
  • Gabrieli Andrin Universidade Comunitária da Região de Chapecó
  • Sabrina Cassia Zanini
  • Marcia Regina da Silva

DOI:

https://doi.org/10.22456/2316-2171.139507

Resumo

Introdução: No Brasil o número de pessoas idosas está crescendo de forma acelerada e muitos convivem com diferentes condições crônicas, sendo uma das mais comuns a dor. Objetivos: Analisar a dor crônica e a relação com o nível de atividade física de idosos moradores de um município de pequeno porte no oeste de Santa Catarina. Métodos: Pesquisa de cunho quantitativo e transversal, realizada com 275 pessoas idosas do meio rural de um município de pequeno porte no oeste de Santa Catarina. Foram utilizados os instrumentos de coleta Miniexame do Estado Mental (MEEM); Geriatric Pain Measure (GPM); Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ); Escala Visual Analógica da dor (EVA) e, para análise, foram utilizados o teste não-paramétrico U de Mann-Whitney e teste Kruskall Wallis. Resultados: As mulheres têm maiores índices de dor, uso de medicamentos e quantidade de doenças crônicas. Pessoas idosas entre 60-69 anos são mais ativas quando comparadas ao público de ≥70 anos. Diferenças estatisticamente significativas foram encontradas entre homens e mulheres idosos nas variáveis da escala geriátrica de dor (p=0,039), quantidade de medicamentos (p=0,041), quantidade de doenças crônicas (p=0,008), bem como, entre o grupo Sedentário/Insuficientemente ativo (S/IA) e Ativo/Muito ativo (A/MA) nas variáveis tempo de dor (p=0,020) e quantidade de medicamentos (p=0,015). Conclusão: Mobilizar recursos para estruturar programas que incentivem as pessoas idosas a se manterem ativas ao longo do curso da vida se faz necessário, principalmente para prevenir condições crônicas tão comuns nessa fase.

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Biografia do Autor

Fátima Kremer Ferretti, Universidade Comunitária da Região de Chapecó-UNOCHAPECÓ

Graduação em Fisioterapia, mestrado em Educação nas Ciências pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (2000) e doutorado em Ciências da Saúde pela UNIFESP. Pós doutorado na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto -Portugal. Atualmente é professora titular da Universidade Comunitária da Região de Chapecó, em Santa Catarina. É líder do grupo de pesquisa de Envelhecimento Humano e Saúde. Compõe o Banco Nacional de Avaliadores Institucionais e de Curso (MEC). Membro do International Collaboration for Participatory Health Research (ICPHR). Professora do Programa Stricto Sensu em Ciências da Saúde nos cursos de mestrado e doutorado. Editora Chefe da Revista FisiSenectus. Tem experiência docente na área da saúde, atuando principalmente na graduação e pós-graduação, com a pesquisa e extensão nos seguintes temas: envelhecimento humano e formação profissional.

Gabrieli Andrin, Universidade Comunitária da Região de Chapecó

Fisioterapeuta graduada pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó – UNOCHAPECÓ

Sabrina Cassia Zanini

Fisioterapeuta graduada em fisioterapia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó – UNOCHAPECÓ

Marcia Regina da Silva

Fisioterapeuta. Doutora em Ciências Saúde. Docente do Curso de Graduação em Fisioterapia da Universidade Comunitária da Região de Chapecó – SC.

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Publicado

2024-11-30

Como Citar

Kremer Ferretti, F., Andrin, G., Cassia Zanini , S., & Regina da Silva, M. (2024). DOR CRÔNICA E NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA DE IDOSOS MORADORES DO AMBIENTE RURAL DE UM PEQUENO MUNICÍPIO DO OESTE CATARINENSE . Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento, 29(1). https://doi.org/10.22456/2316-2171.139507

Edição

Seção

Artigos originais