AGEÍSMO E SUA INFLUÊNCIA NA SAÚDE FÍSICA E MENTAL DE PESSOAS IDOSAS

UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • Fábio Augusto dos Reis Centro Universitários Sao Camilo
  • Maria Elisa Gonzalez Manso Centro Universitário São Camilo - São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22456/2316-2171.135382

Resumo

Ageísmo é um tipo de violência simbólica direcionada contra uma determinada população com base apenas em sua idade. Este estudo revisa os impactos do ageísmo para o envelhecimento saudável, considerando critérios etários ≥50 anos, a fim de tornar a busca mais sensível.O processo de coleta de dados se deu na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) entre outubro de 2022 a janeiro de 2023.Do total analisado, 19 artigos cumpriram totalmente os critérios de inclusão. Foram identificadas seis categorias temáticas: (i) autopercepção do envelhecimento, (ii) autoavaliação de saúde, (iii) Ageísmo internalizado, (iv) consequências negativas em saúde, (v) Ageísmo institucional e (vi) pandemia da COVID-19. Pode-se concluir que o ageísmo é uma forma de violência simbólica, um fenômeno cultural que impacta de maneira negativa a saúde de muitas pessoas. Seus efeitos prejudiciais são observados tanto em aspectos fisiológicos quanto psicossociais, configurando-se como um sério problema de saúde pública e um desafio para o envelhecimento saudável das populações.

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Biografia do Autor

Maria Elisa Gonzalez Manso, Centro Universitário São Camilo - São Paulo

Doutora em Ciências Sociais-Antropologia pela PUC-SP(BR), com pós-doutorado e mestrado em Gerontologia Social (PUC-SP). Graduada em Medicina e bacharel em Direito, com pós-graduação em Direito Sanitário (FSP USP), Educação Médica (USP), Docência na Saúde (UFRGS), Saúde Organizacional (ESAB-ES), Administração em Serviços da Saúde (FGV SP) e Administração de Empresas (USJT SP). Atualmente é professora titular do Curso de Medicina e do Curso de Direito do Centro Universitário São Camilo, onde também desempenha funções no Núcleo Docente Estruturante (NDE) de ambos os cursos e no Comitê de Ética em Pesquisa. É gestora de projetos de extensão universitária e orientadora de projetos de iniciação cientifica do Centro Universitário São Camilo, onde atuou como coordenadora do curso de medicina, orientadora docente da Liga Acadêmica de Estudos do Processo de Envelhecimento LEPE e no Núcleo de Direitos Humanos e Saúde Mental. É professora de Educação Continuada (Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão) da PUC-SP e do Espaço Longeviver para cursos na área de gestão e envelhecimento. Pesquisadora dos grupos de pesquisa CNPq- PUC SP: Núcleo de Estudo e Pesquisa do Envelhecimento e CNPq-USC SP Promoção da Saúde. É membro da Red Iberoamericana de Psicogerontología (REDIP) e referente regional de la carrera de Psicogerontología (UMAI Argentina). Atua como consultora e desenvolve projetos e programas de Promoção da Saúde e Qualidade de Vida, com ênfase em idosos. Tem experiência em gestão de operadoras de planos de saúde em áreas relacionadas a Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças, Auditoria e Contas Médicas e Gestão de Rede de Atendimento. Exerceu a função de gestora na Secretaria de Saúde do Estado e na Secretaria Municipal de Saúde, em áreas relacionadas à Planejamento e Gestão, tendo sido Diretora de Distrito de Saúde e Diretora Técnica de Hospital de Grande Porte (250 leitos) na cidade de São Paulo. Tem experiência na área de Gerontologia e Geriatria, Saúde Coletiva, Educação, Gestão e Antropologia da Saúde.

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Publicado

2025-01-13

Como Citar

Augusto dos Reis, F., & Gonzalez Manso, M. E. (2025). AGEÍSMO E SUA INFLUÊNCIA NA SAÚDE FÍSICA E MENTAL DE PESSOAS IDOSAS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento, 30. https://doi.org/10.22456/2316-2171.135382

Edição

Seção

Artigos de revisão