PREDIÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS POR MEIO DAS CAPACIDADES FÍSICAS DE ACORDO COM SEXO

Autores

  • Jeniffer Ferreira Costa Universidade São Judas Tadeu http://orcid.org/0000-0001-6281-7970
  • José Matos Raider Junior Laboratório de Estudo do movimento - LEM - Universidade de São Paulo (USP
  • Fernanda Botta Tarallo Programa de Pós-graduação em Fisiopatologia Experimental da Universidade de São Paulo -USP
  • Maurício Santos Martins Lopes Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)
  • Thuany Caroline Biazzola Cavalcante Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)
  • Johannes Carl Freiberg Neto Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)
  • Julia Maria D’Andréa Greve Laboratório de Estudos do Movimento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP
  • José Maria Montiel Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu - USJT.
  • Angélica Castilho Alonso Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu - USJT e pesquisadora do Laboratório do Estudo do Movimento do IOT-HC/FMUSP.

DOI:

https://doi.org/10.22456/2316-2171.109588

Palavras-chave:

Cognição, Habilidade física, Idosos, Envelhecimento

Resumo

Este estudo teve como objetivo analisar se as capacidades físicas e nível de escolaridade de idosos são capazes de predizer suas habilidades cognitivas, considerando ainda se há influência do sexo na execução de tarefas simultâneas. Para tanto, foram avaliados 100 idosos com 60 anos ou mais de idade, de ambos os sexos, a partir da utilização dos instrumentos Montreal Cognitive Assesment (MoCA), a fim de verificar comprometimentos cognitivos, mensuração da força de preensão palmar por meio da medida no dinamômetro Jamar®, e mensuração da mobilidade funcional pelo teste Timed Get Up and Go (TUG), com e sem tarefa cognitiva. Os resultados obtidos neste estudo demonstraram que a idade, o nível de escolaridade e as capacidades físicas, a especificar a força de preensão palmar e mobilidade funcional, são capazes de predizer o desempenho no teste cognitivo MoCA, além de que os valores preditores encontrados são diferentes conforme o sexo em idosos. Concluiu-se que há relações entre capacidades físicas e o desempenho cognitivo em idosos, sendo esta última variável influenciada pelo grau de escolaridade apresentada pelo indivíduo. Ainda, cita-se a importância de adotar dinâmicas intervencionistas eficazes e mais adaptadas conforme o sexo, a fim de proporcionar uma melhora cognitiva na população idosa.

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Biografia do Autor

Jeniffer Ferreira Costa, Universidade São Judas Tadeu

Discente do curso de Psicologia, tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Avaliação Psicológica em contextos de Envelhecimento e Desenvolvimento Humano. Atualmente é Bolsista de Iniciação Científica - ProCiência da Universidade São Judas Tadeu. Seus estudos abrangem a diferenciação dos aspectos cognitivos no processo de envelhecer.

José Matos Raider Junior, Laboratório de Estudo do movimento - LEM - Universidade de São Paulo (USP

Graduado em Educação Física pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC; 2002). Especialista em Fisiologia do Exercício pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar; 2004). Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Avaliação física, Personal Trainer e Treinamento Desportivo.

Fernanda Botta Tarallo, Programa de Pós-graduação em Fisiopatologia Experimental da Universidade de São Paulo -USP

Graduada em Fisioterapia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar; 2013). Especialista em Fisioterapia em Neurologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFM/USP; 2015). Discente de mestrado no Programa de Pós-graduação em Fisiopatologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP).

Maurício Santos Martins Lopes, Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)

Graduado em Administração pela Faculdade Campos Elíseos (FCE; 2015), especialização em Filosofia pela Universidade Estácio de Sá (2016). Discente de mestrado no Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Ciências do Envelhecimento, Universidade São Judas Tadeu (USJT), bolsista capes (2020). Tem experiência em áreas de Administração, Empreendedorismo, Filosofia, Sociologia, Antropologia e Pesquisa.

Thuany Caroline Biazzola Cavalcante, Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)

Graduada em Psicologia pela Universidade São Judas Tadeu (USJT; 2013), aprimoramento em Atenção e Prevenção às Tentativas de Suicídio (2016) pela mesma universidade. Discente de mestrado no Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Ciências do Envelhecimento, Universidade São Judas Tadeu (USJT), bolsista CAPES.

Johannes Carl Freiberg Neto, Universidade São Judas Tadeu - USJT - Programa de Pós-Graduação Ciências do Envelhecimento (USJT)

Educador Físico pela Universidade de São Paulo (USP, 1983). Integrador estrutural do método Rolfing (2004). Membro do Fascia Research Society (2014). Membro da Fundação Rolf para desenvolvimento da pesquisa. Atualmente é mestrando do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento, Universidade São Judas Tadeu (USJT)

Julia Maria D’Andréa Greve, Laboratório de Estudos do Movimento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - USP

Graduada em Medicina, Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP; 1975). Atua na Divisão de Medicina Física do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP. Mestrado em Clínica Médica (Reumatologia) pela Universidade de São Paulo (USP; 1989). Doutorado em Clínica Médica (Reumatologia) pela Universidade de São Paulo (USP; 1995). Coordenadora técnica do Laboratório de Estudos do Movimento do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e docente associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

José Maria Montiel, Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu - USJT.

Graduado em Psicologia, Mestre e Doutor em Psicologia com ênfase em Avaliação Psicológica em Contextos de Saúde Mental pela Universidade São Francisco - USF. Pós Doutor pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" Unesp/Rio Claro - Instituto de Biociências - Departamento de Tecnologias e Desenvolvimento Humano. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Cognitiva e Neuropsicologia. Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu (USJT).

Angélica Castilho Alonso, Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu - USJT e pesquisadora do Laboratório do Estudo do Movimento do IOT-HC/FMUSP.

Graduada em Educação Física e Fisioterapia, Pós-doutora em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Tem experiência em pesquisa na área de Avaliação Funcional do Movimento Humano com ênfase em Gerontologia, Esportes, Biomecânica, Ortopedia e Traumatologia. Docente do Programa de Mestrado em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu e pesquisadora do Laboratório do Estudo do Movimento do IOT-HC/FMUSP.

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Publicado

2023-01-01

Como Citar

Costa, J. F., Raider Junior, J. M., Tarallo, F. B., Lopes, M. S. M., Cavalcante, T. C. B., Freiberg Neto, J. C., … Alonso, A. C. (2023). PREDIÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS POR MEIO DAS CAPACIDADES FÍSICAS DE ACORDO COM SEXO. Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento, 28. https://doi.org/10.22456/2316-2171.109588

Edição

Seção

Artigos originais