FITOESTRÓGENOS NO CLIMATÉRIO: PROPOSIÇÃO DE UM CARDÁPIO RICO EM FITOESTRÓGENOS PARA MULHERES CLIMATÉRICAS

Autores

  • Thayná Serra Machado
  • Rafaella Santos Sabóia
  • Marina Souza Rocha
  • Ângela Tâmara Souza Barroqueiro

DOI:

https://doi.org/10.22456/2316-2171.102040

Palavras-chave:

Fitoestrógenos, Climatério, Sintomas, Cardápio, Mulheres, Qualidade de vida

Resumo

Introdução: A terapia de reposição hormonal é uma das principais formas de tratamento utilizadas no combate dos déficits hormonais durante o climatério. Entretanto, muitas mulheres buscam alternativas terapêuticas mais seguras e/ou naturais, como por exemplo, os fitoestrógenos. Objetivo: Elaborar um cardápio alimentar baseado em alimentos fontes de fitoestrógenos. Material e métodos: Trata- -se de um estudo qualitativo e quantitativo descritivo, realizado nos meses de junho a setembro de 2019 no Núcleo de estudos em Alimentação e Nutrição da Universidade CEUMA. Foi elaborado um cardápio baseado na alimentação padrão da população brasileira (2000 kcal) segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares e Vigitel Brasil. Foram feitas adaptações nessa alimentação conforme a Pirâmide Alimentar Brasileira, incluindo alimentos fonte de fitoestrógenos. A adequação calórica de macronutrientes e compostos bioativos seguiram as recomendações da OMS, DRI’s e IOM. Os dados foram analisados através do software NutriLife® e do programa Excel®, onde estavam contidas a Tabela de Composição dos Alimentos e a Tabela de Medidas Caseiras. Resultados: As principais fontes de fitoestrógenos são leguminosas e grãos (até três porções/dia). A fonte primordial de isoflavonas é a soja (295,55 mg/100g); de lignanas é a linhaça (370 mg/100g) e de coumestanos é a ervilha (8,11 mg/100g). A quantidade de fitoestrógenos totais atingida no cardápio foi de 42,2 a 55,2 mg/dia, com valores oscilantes para isoflavonas, lignanas e coumestanos durante a semana. Conclusão: O cardápio rico em fitoestrógenos configura uma alternativa adaptável e natural na remissão de determinados sintomas climatéricos, onde a baixa ocorrência de efeitos adversos facilita sua adesão.

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Biografia do Autor

Thayná Serra Machado

Graduada em Nutrição. Bacharela em Nutrição pela Universidade CEUMA.

Rafaella Santos Sabóia

Graduada em Nutrição. Especialista em Nutrição Clínica, Funcional e Fitoterapia pelo Instituto Ana Paula Pujol (IAPP). Preceptora de Estágio Clínico do Hospital Dr. Carlos Macieira, vinculada ao Departamento de Estágio Curricular Obrigatório da Universidade CEUMA.

Marina Souza Rocha

Graduada em Nutrição. Mestra em Alimentos e Nutrição pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Docente da Universidade CEUMA, vinculada ao Curso de Nutrição.

Ângela Tâmara Souza Barroqueiro

Graduada em Nutrição. Mestra em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Docente da Universidade CEUMA, vinculada ao Curso de Nutrição.

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Publicado

2021-12-28

Como Citar

Serra Machado, T., Santos Sabóia, R., Souza Rocha, M., & Tâmara Souza Barroqueiro, Ângela. (2021). FITOESTRÓGENOS NO CLIMATÉRIO: PROPOSIÇÃO DE UM CARDÁPIO RICO EM FITOESTRÓGENOS PARA MULHERES CLIMATÉRICAS. Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento, 26(2). https://doi.org/10.22456/2316-2171.102040

Edição

Seção

Artigos