Disgrace e a Amoralidade do Desejo
Abstract
Frente ao pano de fundo de uma quase-oposição entre duas leituras de
Disgrace – uma de A. Crary e outra de A. van Heerden – que defendem, respectivamente, que o propósito moral do romance é convencer sobre a natureza das limitações morais de David Lurie e trazer à tona o Puritanismo da África do Sul pós-Apartheid, vou argumentar que a visão de Coetzee, como um pensador moral, é questionável em função do tratamento tíbio dispensado pelo romance à parte de seu tema central: a natureza moral do desejo.Downloads
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Pubblicato
2011-04-06
Fascicolo
Sezione
Dossiê