POVOS INDÍGENAS E NOVAS EXPERIÊNCIAS URBANAS NA AMÉRICA PORTUGUESA

REFORMISMO POMBALINO, PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E PESQUISA EM REDE COLABORATIVA

Autores

  • Vânia Maria Losada Moreira Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-6524.130782

Resumo

A segunda metade do século XVIII é importante para a compreensão da presença dos povos indígenas em contextos urbanos da América portuguesa. A administração de Sebastião José de Carvalho e Melo reconfigurou em profundidade a política colonial para os indígenas, reassegurando antigos direitos de liberdade e de posse de terras e criando novas possibilidades de participação política. Ele também multiplicou a malha urbana, alcançando boa parte desse objetivo por meio da elevação de vários aldeamentos e missões indígenas em vilas e lugares, que passaram a ostentar nomes portugueses e a desfrutar de prerrogativas políticas e judiciais de tipo municipal. O objetivo deste artigo é analisar esse processo histórico, destacando as diferentes agendas e interesses que prevaleceram entre os povos indígenas e as autoridades metropolitanas e coloniais. Também serão discutidos e apresentados mapas, com a geolocalização das novas vilas e lugares erigidos nas diferentes capitanias dos Estados do Brasil e do Grão-Pará e Maranhão, produzidos por meio de dados coletados pelo grupo de pesquisa Vilas Indígenas Pombalinas, cadastrado no CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

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Publicado

2023-04-29

Como Citar

LOSADA MOREIRA, Vânia Maria. POVOS INDÍGENAS E NOVAS EXPERIÊNCIAS URBANAS NA AMÉRICA PORTUGUESA: REFORMISMO POMBALINO, PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E PESQUISA EM REDE COLABORATIVA. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 17, n. 1, p. 235–268, 2023. DOI: 10.22456/1982-6524.130782. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/130782. Acesso em: 3 ago. 2026.

Edição

Seção

DOSSIÊ