https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/gateway/plugin/AnnouncementFeedGatewayPlugin/atomConjuntura Austral: Anúncios2023-12-20T10:28:19-03:00Open Journal Systems<p style="text-align: justify;">A Conjuntura Austral: Journal of the Global South é uma publicação trimestral, criada em 2010, em Porto Alegre, Brasil, pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Estratégicos Internacionais (PPGEEI) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), uma instituição sem fins lucrativos, pública e voltada ao ensino e à pesquisa. A revista publica, trimestralmente, trabalhos de Relações Internacionais com foco nos países que integram o Hemisfério Sul, tendo como área geográfica de abrangência a África, a Ásia e a América Latina, na perspectiva dos grandes temas das relações internacionais, especialmente as agendas de segurança, diplomacia e desenvolvimento. As contribuições publicadas pela revista são na forma de Análises de Conjuntura, Artigos de Pesquisa e Resenhas Bibliográficas, podendo ser escritas em português, inglês ou espanhol. Tem como público alvo pesquisadores, especialistas e pós-graduandos e graduandos da área de Relações Internacionais.</p><p style="text-align: justify;">A Conjuntura Austral não cobra taxas de publicação dos autores, e disponibiliza todo o conteúdo de suas publicações em formato digital e de forma gratuita.</p><p style="text-align: justify;">A revista aceita a submissão de trabalhos depositados (de maneira prévia ou simultânea à submissão) em servidores de preprint.</p><p style="text-align: justify;">As contribuições publicadas pela revista são submetidas à avaliação científica, utilizando o sistema de revisão por pares, que será na modalidade duplo-cego para manuscritos inéditos.</p><p style="text-align: justify;"> </p><p style="text-align: center;">DOI: <a href="https://doi.org/10.22456/2178-8839"><span style="color: #a4386b;">10.22456/2178-8839</span></a></p>https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/announcement/view/1799Edição Especial: Chamada de Artigos: O panorama securitário africano vinte anos depois da criação do Conselho de Paz e Segurança da União Africana.2023-12-20T10:28:19-03:00Conjuntura Austral<p>O início do século XXI marcou a inauguração de um período de importantes transformações para o continente africano. Desde a descolonização, o continente africano experimentou um complexo processo de formação estatal marcado por instabilidade política, crises econômicas e marginalização internacional. Após essas quatro décadas, a África passou a ocupar um espaço de crescente destaque nas relações internacionais. Além de emergir como uma nova fronteira comercial e de investimentos, o continente também passou a apresentar expressivas taxas de crescimento econômico e melhora em inúmeros indicadores sociais, além de se consolidar como importante fornecedor internacional de matérias primas e de mercados consumidores, o que contribuiu para sua transformação em objeto de interesses geopolíticos, econômicos e estratégicos por parte de potências tradicionais e emergentes.</p> <p>Esse processo, conhecido como Renascimento Africano, teve entre seus pilares principais a transformação, em 2002, da Organização da Unidade Africana em União Africana (UA), uma organização voltada ao aumento da integração e cooperação no continente, e com diferenças substantivas em relação à sua antecessora, sobretudo no que diz respeito ao gerenciamento de conflitos no continente. Entre as principais mudanças estava a substituição do princípio de não-ingerência, primordial para sua antecessora, pelo de não-indiferença, além da busca por dotar o continente de ferramentas, anteriormente inexistentes, que fossem capazes de garantir a estabilidade e a segurança continentais.</p> <p>Nesse contexto, a UA desenvolveu um novo paradigma securitário para o continente, consubstanciado na Arquitetura de Paz e Segurança Africana, visando aumentar as suas capacidades de lidar com as ameaças e de manter a paz e a segurança no continente. Assim, em maio de 2004, entrou em funcionamento o principal Órgão decisório da UA para questões referentes à paz e à segurança no continente, o Conselho de Paz e Segurança (PSC) da União Africana, que passava a ser responsável pela promoção da paz, segurança e estabilidade na África, sobretudo pela antecipação e prevenção de conflitos, pela realização de ações de promoção e manutenção da paz (<em>peacemaking</em>) e pelo desenvolvimento e execução de atividades de consolidação da paz (<em>peacebuilding</em>).</p> <p>Desde então, o órgão tem desempenhado importante papel na estabilização do continente, entre outros autorizando operações de manutenção da paz conduzidas pela UA e também adotando sanções contra regimes estabelecidos por meio de golpes de Estado. A despeito disso, ao longo desse período o PSC também tem enfrentado uma série de dificuldades e limitações à sua atuação, as quais se impõem como desafios ao efetivo exercício de suas atribuições e à plena consecução de seus objetivos. Como resultado disso, ainda que a União Africana se mostre bastante mais ativa que sua predecessora nos esforços de estabilização continental, essa atuação ainda se mostra significativamente limitada, fazendo com que a África ainda enfrente importantes desafios em termos securitários.</p> <p>É diante desse contexto, e considerando a celebração de 20 anos de existência do PSC, que a presente edição da Conjuntura Austral convida especialistas, pesquisadores e acadêmicos a contribuir com suas perspectivas e análises sobre o panorama securitário do continente africano no século XXI, com especial atenção para a atuação do Conselho de Paz e Segurança da União Africana nesse período. Nesse contexto, esperamos receber trabalhos que proponham discussões não apenas sobre as transformações do panorama securitário africano, mas também sobre o próprio papel do PSC, refletindo tanto sobre suas realizações e sucessos, quanto sobre suas limitações e fracassos.</p> <p>Os artigos completos deverão ser enviados até o dia 15 de junho de 2024 e submetidos por meio do sistema da revista, que pode ser acessado neste <a href="mailto:https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/submissions">link</a>. Os trabalhos poderão ser escritos em espanhol, português e inglês, e todos os artigos passarão por um processo de revisão duplo-cego por pares, não havendo cobrança de qualquer tipo de taxa pela revista. As diretrizes e normas de publicação, bem como as instruções para submissão, podem ser encontradas no website da revista, neste <a href="mailto:https://seer.ufrgs.br/ConjunturaAustral/about/submissions">link</a>. A publicação dos artigos selecionados está prevista para a edição v.15, n.72 (Out.-Dez.) da revista.</p> <p>Qualquer pergunta ou dúvida referente a este número especial da revista pode ser enviada à equipe editorial da revista (conjunturaaustral@ufrgs.br) e também aos editores do dossiê, Guilherme Ziebell de Oliveira (<a href="mailto:guilherme.ziebell@ufrgs.br">guilherme.ziebell@ufrgs.br</a>), Jerónimo Delgado-Caicedo (<a href="mailto:jeronimo.delgado@uexternado.edu.co">jeronimo.delgado@uexternado.edu.co</a>), Silvia Perazzo (<a href="mailto:silviaperazzo@anu-ar.org">silviaperazzo@anu-ar.org</a>) e Myrna Rodríguez Añuez (<a href="mailto:myrna.ranuez@correo.buap.mx">myrna.ranuez@correo.buap.mx</a>).</p>2023-12-20T10:28:19-03:00https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/announcement/view/1676Chamada para cadastro de novos(as) pareceristas ad hoc2023-03-28T18:46:06-03:00Conjuntura Austral<p class="xmsonormal">A Revista Conjuntura Austral: <em>Journal of the Global South</em> informa que está aberta chamada para cadastro de pareceristas ad hoc. Desse modo, convidamos pesquisadores(as) que tenham interesse e disponibilidade para colaborar como pareceristas de textos acadêmicos em nosso periódico.</p> <p class="xmsonormal"> </p> <p>Os(as) interessados(as) devem se cadastrar por meio do Formulário do Google (<a href="https://na01.safelinks.protection.outlook.com/?url=https%3A%2F%2Fwww.seer.ufrgs.br%2FConjunturaAustral%2Frev&data=05%7C01%7C%7Ced43d27ba05048d56d5908db2fae638d%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638156198260405696%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000%7C%7C%7C&sdata=0dZh7KXd8RAsoG%2FRJpD288%2BFTkJRPgxJr9CDqz%2BfaLE%3D&reserved=0">https://www.seer.ufrgs.br/ConjunturaAustral/rev</a>), colocando seus dados e indicando os temas com os quais mais se identificam. Os(as) pareceristas devem possuir titulação mínima de mestre(a).</p> <p class="xmsonormal"> </p> <p class="xmsonormal">Os(as) avaliadores(as) receberão certificado após a conclusão de cada parecer.</p> <p class="xmsonormal"> </p> <p class="xmsonormal">Agradecemos a atenção e nos colocamos à disposição para mais esclarecimentos.</p>2023-03-28T18:46:06-03:00https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/announcement/view/1624Edição Especial: Chamada de Artigos: os 100 primeiros dias da política externa do novo Governo Lula2022-12-14T18:13:01-03:00Conjuntura Austral<p><strong>O retorno do Brasil às Relações Internacionais?</strong><br><strong>Avaliando os 100 primeiros dias da política externa do novo Governo Lula</strong></p> <p><br>Eleito no segundo turno com mais de 60 milhões de votos, Lula retorna à presidência do Brasil para um terceiro mandato, com enormes desafios nacionais e internacionais. Internamente, tem como tarefas conter o aumento da miséria e da fome, buscar pacificar o país depois de anos de instabilidades políticas, fortalecer as instituições nacionais e democráticas, e, ao mesmo tempo, recuperar a capacidade de crescimento e desenvolvimento econômico.</p> <p>As Relações Internacionais do Brasil são outro desafio. Mais de uma década após o término do mandato de Lula, a política externa brasileira se alterou drasticamente. Em 2010, o Brasil alcançava prestígio internacional, com atuação assertiva em diversas arenas globais. Entretanto, os efeitos da crise política e econômica interna e as transformações internacionais atingiram as bases deste modelo de inserção internacional, fragilizando-o e mostrando as suas limitações. Neste contexto, o processo de destituição da presidente Dilma Rousseff marcou a ascensão de um novo bloco de poder no Brasil, consolidado na eleição de Jair Bolsonaro. A nova política externa de Bolsonaro provocou uma ruptura com a tradição diplomática brasileira, e imprimiu, sob viés conservador, uma intensa desarticulação de projetos em andamento, tendo como resultados a desestruturação da Unasul, o afastamento de parceiros tradicionais, o enfraquecimento da cooperação Sul-Sul e a desconfiança do Brasil como parceiro confiável. No cenário das negociações do meio ambiente, o Brasil perdeu sua proeminência e capacidade de articulação, como ficou evidente nas últimas Cúpulas do Clima. O Brasil acumulou, nos últimos anos, um grande desgaste na área internacional.</p> <p>As primeiras movimentações do novo governo eleito apontam para rapidamente alterar a postura internacional do Brasil, o que tem gerado boa receptividade externa, como visto na COP 27. A frase síntese é de que o “Brasil voltou ao cenário internacional”. Como será a política externa brasileira de Lula neste terceiro mandato? Conseguirá recuperar a capacidade de articulação do Brasil nos fóruns multilaterais? Reconstruirá o projeto de integração regional? Quais serão as parcerias estratégicas elencadas? Como se movimentará num cenário internacional mais complexo, marcado pela ampliação dos conflitos? Quais são as novidades a serem trazidas nesse terceiro mandato? Será capaz de conciliar interesses externos tão diversos quanto os de sua base de apoio? Estas são algumas das questões que pretendemos suscitar com este dossiê promovido pela Conjuntura Austral. A análise dos 100 primeiros dias de governo é usual entre os analistas políticos. É o período no qual um novo governo aponta as novas direções, no qual se confronta o plano de governo eleitoral com suas primeiras práticas, e também onde se verifica o peso das heranças deixadas pelos governos anteriores. Este dossiê, dessa forma, espera receber artigos acadêmicos que avaliem os primeiros 100 dias da política externa do Governo Lula, que iniciará em 1 de janeiro de 2023. Serão considerados artigos que discutam as mudanças estruturais da política externa brasileira, as relações bilaterais, o regionalismo e o papel do Brasil nos fóruns multilaterais. Ademais, recortes sobre interesses de grupos de pressão internos, novas coalizões de poder, bem como os constrangimentos e a recepção internacional também fazem parte do escopo deste dossiê.</p> <p>Os artigos deverão ser enviados até o dia 20 de junho de 2023 e submetidos por meio do sistema da revista, que pode ser acessado neste link. Todos os artigos passarão por um processo de revisão duplo-cego por pares, e não há cobrança de qualquer tipo de taxa pela revista. As diretrizes e normas de publicação, bem como as instruções para submissão, podem ser encontradas no website da revista.</p> <p>A publicação dos artigos selecionados está prevista para a edição v.14, n.68 (Out. -Dez.) da revista. Qualquer pergunta ou dúvida referente a este número especial da revista pode ser enviada à equipe editorial da revista (conjunturaaustral@ufrgs.br) e também aos editores do dossiê, Dr.ª Miriam Gomes Saraiva (miriamsaraiva@uerj.br) e Dr. André Luiz Reis da Silva (reisdasilva@hotmail.com).</p>2022-12-14T18:13:01-03:00https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/announcement/view/1566Publicação da edição v. 13 n. 62 (2022)2022-07-07T16:47:21-03:00Conjuntura Austral<p>Gostaríamos de convidar toda a comunidade acadêmica a prestigiar a nova edição da revista <em>Conjuntura Austral: Journal of the Global South</em>, publicada na data de hoje (07/07).</p> <p>A Conjuntura Austral: Journal of the Global South recebe contribuições em fluxo contínuo, na forma de Análises de Conjuntura, Artigos de Pesquisa e Resenhas Bibliográficas, escritos em português, inglês ou espanhol. Ela publica trimestralmente produções originais cuja temática se situe na grande área das Relações Internacionais, com ênfase em temas pertinentes aos países do Sul Global, tendo como área geográfica de abrangência as relações internacionais da África, Ásia e América Latina, na perspectiva dos grandes temas das Relações Internacionais, especialmente as agendas de segurança, diplomacia e desenvolvimento.</p>2022-07-07T16:47:21-03:00https://seer.ufrgs.br/index.php/ConjunturaAustral/announcement/view/1471Edição Especial: 25 anos de CPLP: Sucessos, Desafios e Oportunidades2021-11-04T00:00:00-03:00Conjuntura Austral<p>Em 2021, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) completa 25 anos de existência. Criada formalmente em 1996, por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, a comunidade, depois de um quarto de século de existência, conta hoje com um total de nove países-membros, tendo Timor Leste e Guiné Equatorial se juntado mais recentemente aos membros fundadores.</p><p>Para celebrar os 25 anos de existência da CPLP, a revista <em>Conjuntura Austral: Journal of the Global South</em> prepara uma edição especial sob a supervisão do Dr. Joseph Marques (Webster University, Genebra) como editor convidado. Convidamos, assim, todos os interessados pelo tema a enviar contribuições – escritas em português, inglês ou espanhol – para comporem o dossiê, que será publicado na terceira edição de 2022, em julho. Trata-se de um convite amplo, de escopo internacional, que tem por objetivo reunir um conjunto de reflexões que versem sobre a CPLP e a relação entre ela e seus membros a partir da perspectiva de cada um deles, garantindo uma diversidade de abordagens e de enfoques temáticos.</p><p>Se, por um lado a promoção da língua portuguesa tem sido o objetivo principal juntamente com a concertação político-diplomática e cooperação econômica, resta uma longa lista de temas de grande potencial para os cidadãos dos países membros a merecer atenção urgente. Após 25 anos, a CPLP se esforça ainda para se impor num cenário internacional cada vez mais cheio de novos atores políticos com múltiplas agendas. A edição especial da <em>Conjuntura Austral: Journal of the Global South</em> pretende reunir textos que refletem sobre a importância da CPLP ao longo dos últimos 25 anos, identificando sucessos e desafios do ponto de vista de cada país membro como também a relevância da CPLP no cenário internacional. Como resolver a diferença entre o discurso oficial da organização e a opinião das sociedades civis nos diferentes países membros? Como passar de uma comunidade de países para uma comunidade de povos? Quais as lições a tirar entre a atuação oficial e as múltiplas iniciativas autônomas de grupos espalhados através do mundo que tentam agregar sinergias informais entre as várias diásporas lusófonas? Quais as possíveis opções futuras da organização? Quais os atuais desafios concretos de liderança, disponibilidade de recursos e diferentes níveis de prioridade dada à CPLP nas políticas externas dos países membros? Esperamos que este número especial possa fomentar maior diálogo entre os autores e nossos leitores, gerar ideias e estratégias para o bloco como um todo e para cada um dos países membros e incentivar mais investigação e estudo pela comunidade acadêmica. </p><p>Os artigos deverão ser enviados até o dia <strong>15 de fevereiro de 2022</strong> e submetidos por meio do sistema da revista. Todos os artigos passarão por um processo de revisão duplo-cego por pares, e não há cobrança de qualquer tipo de taxa pela revista. As diretrizes e normas de publicação, bem como as instruções para submissão, podem ser encontradas no <em>website</em> da revista, neste <a href="/ConjunturaAustral/about/submissions">link</a>.</p><p>Qualquer pergunta ou dúvida referente a este numero especial da revista pode ser enviada diretamente ao editor convidado diretamente através do email: <a href="mailto:joseph.marques@webster.ch">joseph.marques@webster.ch</a></p>2021-11-04T00:00:00-03:00