Parasitism by Dioctophyma renale in a Dog: Clinical and Surgical Aspects


  • Fábio Dumit Pizzinatto Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Nathália Freschi Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Dábila Araújo Sônego Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Matias Bassinello Stocco Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Nathalie Moro Bassil Dower Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Andresa de Cássia Martini Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.
  • Roberto Lopes de Souza Programa de Residência Uniprofissional em Medicina Veterinária, Faculdade de Medicina Veterinária (FAVET), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cuiabá, MT, Brazil.



Background: Dioctophimosis is a parasitic disease caused by Dioctophyma renale, more commonly known as "giant Kidney worm," and can be found in other organs or free in the abdominal cavity, which is related to the patient's eating habits. Most of the animals affected are asymptomatic. The diagnosis is made through ultrasonography, finding eggs of the parasite in the urine, or necropsy. The treatment of choice is nephrectomy of the affected kidney. We aimed to report the accidental diagnosis of parasitism by D. renale in an 8-year-old dog, which was surgically treated by nephrectomy of the right kidney after evident destruction of the renal parenchyma on ultrasonography.

Case: An 8-year-old Boxer female dog underwent a physical examination and showed a mass in the region of the left caudal thoracic breast, bilateral alopecia on flanks, and purulent ocular secretions. Laboratory tests of complete blood count (CBC) and serum biochemical profile, X-ray examination, and ultrasonography were requested. Anemia was observed on the erythrogram, and enzymes (creatinine, urea, alanine aminotransferase [ALT], and albumin) were within normal limits. There were no abnormalities on X-ray examination, and abdominal ultrasonography showed slight splenomegaly, enlarged left kidney, reduced corticomedullary region, measuring approximately 7.63 cm longitudinally. In the right kidney, loss of the renal parenchyma, measuring approximately 5.49 cm in diameter and the presence of a cylindrical and rounded structure, typical of D. renale infection. After this, a urinalysis was suggested, which revealed the presence of the helminthic eggs, confirming the diagnosis. The owner was informed about the need for nephrectomy of the affected kidney as treatment. The kidney showed destruction of the renal parenchyma. A single parasite was removed, measuring approximately 46 cm in length. The patient was successfully treated and was hospitalized for 4 days for observation and evaluation of function of the contralateral kidney.

Discussion: The parasitic infection of the animal was due to the ingestion of fish contaminated by the aquatic anelid Lumbriculus variegatus, and the reported patient had access to home-cooked food and ingested water near the farm. D. renale is the largest nematode capable of parasitizing the kidney, reaching up to 100 cm in length, and was 46 cm long in the present case. Usually, when there is unilateral involvement, the vast majority of parasitized animals do not present clinical signs or show nonspecific signs such as hematuria and apathy, or as observed in the present case, the patient is asymptomatic. The diagnosis often occurs through ultrasonography and urine tests, which are considered essential to diagnose the parasite, but the diagnosis is often made on necropsy. Due to its proximity to the duodenum, the parasite is usually found in the right kidney, and it may be found in other organs as well. In the present case, the parasite was found in the right kidney of the patient. Usually, hypertrophy of the contralateral kidney (7.86 cm in this case) is observed on ultrasonography, which is a compensatory mechanism for the lack of normal function of the affected kidney of the affected kidney. The case occurred in the state of Mato Grosso, where there are no records of parasitism by D. renale in domestic dogs, compared with other states. Since the parasite usually affects the kidney, the treatment of choice is nephrectomy, especially if the other kidney can compensate for the absence of the other kidney, a technique that proved to be effective with excellent prognosis in the patient described.


Download data is not yet available.


Alves G.C., Silva D.T. & Neves M.F. 2007. Dioctophyma renale: o parasita gigante do rim. Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária. [Fonte: <>]. [Accessed online in February 2019].

Bach F.S., Klaumann P.R. & Ferreira F.M. 2016. Paraparesis secondary to erratic migration of Dioctophyma renale in dog. Ciência Rural. 46(5): 885-888.

Barr S.C. 2010. Verme Renal (Dioctophyma renale). In: Barr S.C. & Bowman D.D. (Eds). Doenças Infecciosas e Parasitárias em Cães e Gatos: Consulta em 5 minutos. Rio de Janeiro: Revinter, pp.533-535.

Barros G.C. 1971. Dioctophyme renale (Goeze, 1782) em cão no Estado do Espírito Santo. Arquivos da Escola de Veterinária da UFMG. (23): 195-196.

Brun M.V., Beck C.A.C., Mariano M.B., Antunes R. & Pigatto J.A.T. 2002. Nefrectomia laparoscópica em cão parasitado por Dioctophyma renale - relato de caso. Arquivo de Ciências Veterinárias e Zoologia da UNIPAR. 5(1): 145-152.

Costa H.M.A & Lima W.S. 1988. Dioctophyme renale (Goeze, 1782): ocorrência em Minas Gerais. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. (40): 43-245.

Cottar B.H., Ferreira A.A., Carvalho A.C.P., Albernaz V.G.P., Luz M.T. & Tasqueti U.I. 2012. Achados ultrassonográficos de cães parasitados por Dioctophyma renale - estudo retrospectivo. Revista Brasileira de Veterinária e Zootecnia. 19(Suppl 1): 8-11.

Duarte M.J.F. 1981. Helmintos parasitos dos animais domésticos no Estado do Rio de Janeiro. Arquivos da Escola de Veterinária da UFMG. 33: 67-98.

Ferreira V.L., Medeiros F.P., July J.R. & Raso T.F. 2010. Dioctophyma renale in a dog: clinical diagnosis and surgical treatment. Veterinary Parasitology. 168(1-2): 151-155.

Figueiredo M.A.P., Da Silva D.F., Manrique W.G. & De Souza A.A.R. 2013. Ciclo errático de Dioctophyme renale: relato de dois casos. Revista Ornoquia. 17(1): 96-101.

Forrester S.D. & Lees G.E. 1998. Nefropatias e ureteropatias. In: Bichard S.J & Sherding R.G. (Eds). Manual Saunders - Clínica de Pequenos Animais. São Paulo: Roca, pp.902-925.

Fossum T.W. 2014. Cirurgia do Rim e do Ureter. In: Fossum T.W. (Ed). Cirurgia de Pequenos Animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, pp.705-734.

Gonçalves P.D., Barros S. & Siqueira C.S. 1961. Sobre a presença de Dioctophyme renale (Goeze, 1782) no Rio Grande do Sul. (Nematoda - Dioctophymoidea). Revista da Faculdade de Agronomia e Veterinária. 4(1): 44-94.

Kano F.S., Shimada M.T., Suzuki S.N., Osaki S.C., Menarim B.C., Ruthes F.R.V. & Laidane Filho M.A. 2003. Ocorrência da dioctofimose em dois cães no município de Guarapuava/PR. Semina: Ciências Agrárias. 24(1): 177-180.

Kommers G.D., Ilha M.R.S. & Barros C.S.L. 1999. Dioctofimose em cães: 16 casos. Ciência Rural. 29(3): 517-522.

Lara S.I.M., Tarouco M.R.R. & Ribeiro P.B. 1981. Helmintos parasitos de Canis familiaris de Pelotas – Rio Grande do Sul. Arquivos da Escola de Veterinária da UFMG. 33(2): 293-297.

Leite L.C., Círio S.M., Diniz J.M.F., Luz, E., Navarro-Silva M.A., Silva A.W.C., Leite S.C., Zadorosnei A.C., Musiat K.C., Veronesi E.M. & Pereira C.C. 2005. Lesões anatomopatológicas presentes na infecção por Dioctophyma renale (Goeze, 1782) em cães domésticos (Canis familiaris, Linnaeus, 1758). Archives of Veterinary Science. 10(1): 95-101.

Marques A.P., Raffi L.L., Raffi M.B., Lopes D.C., Souza R.B. & Raposo J.B. 1999. Dioctophyma renale em caninos no município de Pelotas-R.S - relato de caso. In: Resumos do IX Encontro Nacional de Patologia Veterinária (Belo Horizonte, Brasil). p.61.

Miranda M.A., Benigno R.N.M. & Galvão G.R. 1992. Dioctophyme renale (Goeze, 1782): localização ectópica e alta intensidade parasitaria em Canis familiaris do Pará, Brasil. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. 44(2): 151-153.

Monteiro S.G., Sallis L.S.V. & Stainki D.R. 2002. Infecção natural por trinta e quatro helmintos da espécie Dioctophyma renale (Goeze, 1782) em um cão. Revista Faculdade Zootecnia, Veterinária e Agronomia. 9(1): 95-99.

Nakagawa T.L.D.R., Bracarense A.P.F.R.L., Reis A.C.F., Yamamura M.H. & Headley S.A. 2007. Giant kidney worm (Dioctophyma renale) infections in dogs from Northern Paraná, Brazil. Veterinary Parasitology. 145(3-4): 366-370.

Neves D.S. & Morais A.N. 1980. Incidência de Dioctophyme renale na zona urbana de Lages - SC. In: Anais do II Seminário Brasileiro de Parasitologia Veterinária. Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária (Fortaleza, Brasi). p.286.

Oliveira L.L., Attallah F.A., Santos C.L., Wakofs T.N., Rodrigues M.C.D. & Santos A.E. 2005. O uso da ultrassonografia para o diagnóstico de Dioctophyma renale em cão - relato de caso. Revista Universidade Rural. 25(Suppl 1): 323-324.

Osborne C.A., Stevens J.B., Hanlon G.F., Rosin E. & Bemrick W.J. 1969. Dioctophyma renale in the dog. Journal of the American Veterinary Medical Association. 155(4): 605-620.

Pacheco A.C., Cirne B.R. & Correa W.M. 1965. Dioctofimíase em cães na região de Botucatu. Arquivos do Instituto de Biologia. 32(1): 1-6.

Pedrassani D. 2009. Aspectos morfológicos, imunológicos e epidemiológicos de Dioctophyme renale em cães no distrito de São Cristóvão, Três Barras, SC. 118f. Jaboticabal, SP. Tese (Doutorado em Medicina Veterinária Preventiva) - Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias - Universidade Estadual Paulista.

Pedrassani D. & Nascimento A.A. 2015. Verme gigante renal. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias. 110(593-594): 30-37.

Pereira B.J., Girardelli G.L., Trivilin L.O., Lima V.R., Nunes L.C. & Martins I.V.F. 2006. Ocorrência de dioctofimose em cães necropsiados do município de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, Brasil, no período de maio a setembro de 2004. Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária. 15(3):123-125.

Perera S.C., Rappeti J.C.S., Milech V., Braga F.A., Cavalcanti G.A.O., Nakasu C.C., Durante L., Vives P. & Cleff M.B. 2017. Eliminação de Dioctophyma renale pela urina em canino com dioctofimatose em rim esquerdo e cavidade abdominal – primeiro relato no Rio Grande do Sul. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. 69(3): 618-622.

Rahal S.C., Mamprim M.J., Oliveira H.S., Mesquita L.R., Faria L.G., Takahira R.K., Matsubara L.M. & Agostinho F.S. 2014. Ultrasonographic, computed tomographic, and operative findings in dogs infested with giant kidney worms (Dioctophyma renale). Journal of the American Veterinary Medical Association. 244(5): 555-558.

Regalin B.D.C., Tocheto R., Colodel M.M., Camargo M.C., Gava A. & Oleskovicz N. 2016. Dioctophyma renale em testículo de cão. Acta Scientiae Veterinariae. 44(1): 148.

Schimidt F. 1924. Contribuição para uma patologia veterinária no Rio Grande do Sul. Egatea. 9: 245-254.

Silveira C.S., Diefenbach A., Mistieri M.L., Machado I.R.L. & Anjos B.L. 2015. Dioctophyma renale em 28 cães: aspectos clinicopatológicos e ultrassonográficos. Pesquisa Veterinária Brasileira. 35(11): 899-905.

Souza Júnior F.L. & Pádua E.B. 1977. Dioctophyme renale (Goeze, 1972) (Nematoda - Dioctophymidae) em cães de rua da região de Taubaté (São Paulo, Brasil). Revista de Patologia Tropical. 6: 7-10.

Stainki D.R., Pedrozo J.C.S.R., Gaspar L.F.J., Zanette R.A., Silva A.S. & Monteiro S.G. 2011. Urethral obstruction by Dioctophyma renale in puppy. Comparative Clinical Pathology. 20(5): 535-537.

Torres R., Alves A., Borges A.G., Rahal S.C. & Sakate M. 2001. Dioctofimíase canina. Ciência Animal. 11(Suppl 1): 197.

Zabott M.V., Pinto S.B., Viott A.M., Tostes R.A., Bittencourt L.H.F.B., Konell A.L. & Gruchouskei L. 2012. Ocorrência de Dioctophyma renale em Galic¬tis cuja. Pesquisa Veterinária Brasileira. 32(8): 786-788.

Zajac A.M. & Conboy G.A. 2012. Detection of protozoan and helminth parasites in the urinary, reproductive, and in¬tegumentary systems and in the eye. In: Veterinary Clinical Parasitology. 8th edn. Oxford: Wiley-Blackwell, pp.171-174.



How to Cite

Pizzinatto, F. D., Freschi, N., Sônego, D. A., Stocco, M. B., Bassil Dower, N. M., Martini, A. de C., & de Souza, R. L. (2019). Parasitism by Dioctophyma renale in a Dog: Clinical and Surgical Aspects. Acta Scientiae Veterinariae, 47.

Most read articles by the same author(s)

1 2 > >>