Por uma antropologia dos resíduos

Gleidson Oliveira Moreira, Cleumar de oliveira Moreira

Resumo


Fundamentando-se na citação acima, apresentada nas primeiras páginas do livro “Antropologia dos Restos: da lixeira ao museu”, do antropólogo, professor na Universidade Paris-Descartes e pesquisador no Centro de Antropologia Cultural do CANHHEL (Sorbonne Paris Cité) e no Laboratório de Antropologia, História e Instituição Cultural da Universidade Federal de Pelotas no Rio Grande do Sul - LAHIC (EHESS-CNRS), Octave Debary; observamos que seus estudos debruçam-se nos interstícios da modernidade enquanto forma de observar lembranças incorporadas aos objetos, mais exatamente em seus traços, sejam eles intencionais ou não. Tal procedimento possibilita perceber como a memória coletiva está depositada nas coisas. Ante o exposto uma reflexão provocativa emerge: de onde começam os objetos e onde terminam os restos (os resíduos, o veneno, o lixo)?


Palavras-chave


Etnografia da Duração, memória coletiva

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469-473 PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/1984-1191.89082

Revista Iluminuras - Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais - NUPECS/LAS/PPGAS/IFCH/UFRGS

E-ISSN 1984-1191