Sobre Ima(r)gens Etnográficas

Marcos Alexandre Albuquerque

Resumo


Em seu filme Nossa Música, o cineasta Jean-Luc Godard utiliza metaforicamente os termos técnicos da linguagem cinematográfica, campo e contracampo, para tematizar a História. Nesse artigo utilizo-me desse insight para tematizar a História no filme etnográfico. Proponho que para além do dualismo tradição e modernidade, o uso dos híbridos e da ambiguidade aparecem como uma crítica e sugestão de novas sintaxes para a narrativa antropológica.

Palavras-chave: Cinema. Filme etnográfico. África. Surrealismo. Hibridismo.

About Etnhographic Ima[r]gens

Abstract

In his film Notre Musique, filmmaker Jean-Luc Godard uses, metaphorically, the technical terms of film language, shot and counter-shot, to thematize History. In this article, I use this insight to thematize History in ethnographic film. I propose that beyond the dualism tradition and modernity, the use of hybrids and ambiguity appear as a review and suggestion of new syntaxes for anthropological narrative.

Keywords: Cinema. Ethnographic film. Africa. Surrealism. Hybridism.


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DOI: https://doi.org/10.22456/1984-1191.71840

Revista Iluminuras - Publicação Eletrônica do Banco de Imagens e Efeitos Visuais - NUPECS/LAS/PPGAS/IFCH/UFRGS

E-ISSN 1984-1191