Marisa Merz: a força simbólica da fragilidade

Autores

Palavras-chave:

Marisa Merz, gênero, quotidiano, Arte Povera.

Resumo

Analisando a produção da artista italiana Marisa Merz (1926 – 2019), associada à Arte Povera, busco explicitar os contrastes entre a sua poética e trajetória e as de seus colegas homens. Identificando a forte presença do quotidiano feminino em seu trabalho artístico e em seus textos publicados entre 1966 e 1975, proponho uma interpretação de sua obra segundo um recorte de gênero.

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Biografia do Autor

Daniela B Barcellos Amon, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Daniela Amon é artista visual e estudante de artes visuais (UFRGS), atuando como pesquisadora na área de história, teoria e crítica de arte, expondo seu trabalho em mostras em nível nacional e internacional, como o Circuito Universitário da Bienal de Curitiba CUBIC 4 (Curitiba, 2019) e atuando ocasionalmente como tradutora, do italiano, francês e inglês, de textos relacionados à arte. Teve seu vídeo CONFINAMENTO (2020) premiado pelo concurso Funarte Respirarte e atualmente possui uma bolsa de iniciação científica em que é orientada pela professora doutora Marina Câmara.

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Publicado

2021-11-05

Como Citar

Barcellos Amon, D. B. (2021). Marisa Merz: a força simbólica da fragilidade. Ícone: Revista Brasileira De História Da Arte, 5(6), 100–113. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/icone/article/view/116813

Edição

Seção

Artigos