Crack: a nova epidemia obstétrica

Sergio Hofmeister Martins-Costa, Janete Vettorazzi, Guilherme Krieger Gomes Cecin, Julia Marques da Rocha de Azevedo Maluf, Camile Cesa Stumpf, José Geraldo Lopes Ramos

Abstract


O uso de drogas ilícitas na gestação se tornou um problema emergente na prática obstétrica. Observa-se, no Brasil, um aumento significativo do uso de crack na gravidez. O crack é a forma inalatória de apresentação da cocaína. A cocaína, por sua vez, é um éster alcaloide extraído das folhas do Erytroxylum coca. O uso de cocaína, em todas suas formas de apresentação, está associado a efeitos adversos graves para a gestante e ao recém-nascido, tais como eventos cardiovasculares maternos, descolamento prematuro de placenta, prematuridade, morte fetal intraútero e crescimento intrauterino restrito. O objetivo desta revisão é apresentar os efeitos do uso de crack e cocaína na gestação, além de propor diretrizes para investigação e manejo dessas pacientes durante a gestação e o puerpério.

 

Palavras-chave: cocaína crack; cocaína; gravidez; complicações na gravidez; envenenamento


Keywords


cocaína crack, cocaína, gravidez, complicações na gravidez, envenenamento.



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ISSN: 2357-9730 

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