LINFOMAS NÃO-HODGKIN EM PORTADORES DA SÍNDROME DE IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA

Autores

  • Lina Barbosa Cassol Unidade de Pesquisa Clínica, Serviço de Oncologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Sérgio Jobim de Azevedo Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Porto Alegre, RS, Brasil. Serviço de Oncologia, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Porto Alegre, RS, Brasil.

Palavras-chave:

Linfomas não-Hodgkin, HIV, SIDA

Resumo

Linfomas não-Hodgkin representam o segundo câncer mais freqüente em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana. Sua freqüência aumenta à medida que avança o grau de imunodepressão e, em geral, apresentam-se em estágio clínico avançado, com envolvimento extranodal e “sintomas B”. O prognóstico é pior do que nas populações não infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana. A melhor opção de tratamento ainda não está definida, principalmente pela falta de estudos clínicos randomizados e dificuldade de comparar estudos clínicos realizados em diferentes momentos da epidemia da síndrome de imunodeficiência adquirida. As vantagens em termos de resposta e sobrevida alcançadas com regimes de quimioterapia infusionais mais recentes podem ser devidas à superioridade desses regimes em relação aos esquemas em bolus ou ao impacto favorável da introdução de anti-retrovirais e da profilaxia para infecções oportunistas.
Unitermos: Linfomas não-Hodgkin; HIV; SIDA

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Publicado

2020-03-06

Como Citar

1.
Cassol LB, de Azevedo SJ. LINFOMAS NÃO-HODGKIN EM PORTADORES DA SÍNDROME DE IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA. Clin Biomed Res [Internet]. 6º de março de 2020 [citado 2º de outubro de 2022];24(2-3). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/100865

Edição

Seção

Artigos de Revisão