HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: PREVALÊNCIA E MECANISMOS FISIOPATOGÊNICOS

Autores

  • Flávio Danni Fuchs Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Renan Stoll Moraes Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Miguel Gus Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Guido Aranha Rosito Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Sandra Costa Fuchs Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Leila Beltrami Moreira Unidade de Hipertensão Arterial, Serviço de Cardiologia e Unidade de Farmacologia Clínica, Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Palavras-chave:

Hipertensão arterial, prevalência, mecanismos fisiopatogênicos, álcool, sal, predisposição familiar

Resumo

A prevalência de hipertensão arterial, agravo de saúde com distribuição internacional, também é alta em Porto Alegre. Seus fatores de risco – obesidade, predisposição familiar, consumo abusivo de bebidas alcoólicas – foram encontrados em estudos epidemiológicos conduzidos pela unidade de Hipertensão Arterial, ao lado do risco independente propiciado por baixo nível socioeconômico, um aspecto que merece investigações específicas. A interação entre história familiar de hipertensão arterial e consumo aumentado de cloreto de sódio é um mecanismo fisiopatogênico da doença identificado em modelo experimental e em indivíduos jovens vivendo na comunidade. O consumo abusivo de bebidas alcoólicas pode aumentar a pressão arterial nas fases de depuração do etanol, como se demonstrou, sob condições experimentais, em jovens voluntários normotensos e em indivíduos vivendo em comunidades. Exposições ambientais ao excesso de sal, calorias e álcool explicam grande parte dos casos de hipertensão arterial.
Unitermos: Hipertensão arterial, prevalência, mecanismos fisiopatogênicos, álcool, sal, predisposição familiar

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Publicado

2020-03-05

Como Citar

1.
Fuchs FD, Moraes RS, Gus M, Rosito GA, Fuchs SC, Moreira LB. HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA: PREVALÊNCIA E MECANISMOS FISIOPATOGÊNICOS. Clin Biomed Res [Internet]. 5º de março de 2020 [citado 27º de junho de 2022];25(3). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/hcpa/article/view/100456

Edição

Seção

Artigos Especiais